Zafar (Iêmen)

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14° 12′ N 44° 24′ EZafar ou Dhafar (Ar ظفار) Ðafār) é uma antiga cidade himiarita situada no Iêmen, cerca de 130 km ao sul-sudeste da capital Sanaa. É mencionada em diferentes textos antigos. Encontra-se nas terras altas iemenitas em algum m 2800. A cidade mais próxima é Yarim, que fica a 10 km na direção norte-noroeste. Zafar era a capital da confederação tribal himiarita de 110 a.C. a 525 d.C., que em sua maior expansão governou a maior parte da Arábia. Por 250 anos a confederação himiarita, incluindo seus aliados, estendia-se ao norte de Riad, e ao norte-lesta até o Eufrates. Zafar era a capital himiarita no sul da Arábia antes de ser conquistada pelo Império de Axum.
Zafar (Iêmen) 
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14° 12′ N 44° 24′ EZafar ou Dhafar (Ar ظفار) Ðafār) é uma antiga cidade himiarita situada no Iêmen, cerca de 130 km ao sul-sudeste da capital Sanaa. É mencionada em diferentes textos antigos. Encontra-se nas terras altas iemenitas em algum m 2800. A cidade mais próxima é Yarim, que fica a 10 km na direção norte-noroeste. Zafar era a capital da confederação tribal himiarita de 110 a.C. a 525 d.C., que em sua maior expansão governou a maior parte da Arábia. Por 250 anos a confederação himiarita, incluindo seus aliados, estendia-se ao norte de Riad, e ao norte-lesta até o Eufrates. Zafar era a capital himiarita no sul da Arábia antes de ser conquistada pelo Império de Axum. O inicio do assentamento é obscuro. A principal fonte são inscrições no antigo Alfabeto arábico meridional datadas do I século AC. É mencionada também por Caio Plínio Segundo em sua obra História Natural, e no anônimo Périplo do Mar Eritreu (ambos do Iº século dC), bem como na Geografia de Ptolemeu do II século. Presumivelmente, nos tempos medievais as coordenadas do mapa de Ptolomeu foram incorretamente copiados ou emendados para que mapas subsequentes por colocar a metrópole em Omã, e não no Iêmen. As fontes escritas são numerosas, mas heterogêneas. Textos cristãos citam a guerra entre os Himiaritas e os Axumitas (523-525), porém nenhum texto cita a sua destruição. Há evidências de que em Zafar e, em geral, nas terras altas iemenitas houve uma diminuição drástica da população nos séculos V e VI. O antigo assentamento ocorreu dentro e fora das defesas da cidade antiga. Hoje, estas foram estimadas em 4000 m de comprimento. A fortaleza principal hoje é ainda referida como a Husn Raydan. As ruínas arquitetônicas principais em Zafar incluem uma câmaras subterrâneas, túmulos, uma linha de câmaras de armazenamento e as fortificações arruinadas que estão melhor preservadas. Textos no Alfabeto arábico meridional mencionam cinco palácios reais em Zafar: Hargab, Kallanum, Kawkaban, Shawhatan e Raydan, o palácio do estado. A cidade foi o lar de politeístas, comunidades judaica e cristã. Surpreendentemente existe pouca evidência do caráter e dos costumes dessas religiões, bem distantes de seus centros. Supõe-se em termos de religiões uma mistura de cristãos, judeus e politeístas, no final de tempos pré-islâmicos. Do inicio do III séculos ao VI, Zafar era uma cidade com um florescente comércio local e internacional. A evidência disto vem na forma de ânforas do período romano tardio com cerca de 500 vasos e fragmentos recuperados em Zafar. A paisagem contemporânea parece ser muito inferior ao que forneceu a base de recursos para a confederação tribal himiarita. A água é escassa, os solos de terras altas sofrem erosão, a cobertura de árvores praticamente desapareceu. Dado o esgotamento dos recursos naturais, conflitos civis e epidemias a população do período himiarita parece ter declinado especialmente no século IV. Hoje cerca de 450 agricultores habitam na antiga capital. O mapeamento e escavações arqueológicas através da Universidade de Heidelberg continuaram em 1998-2010. 
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