Tratado de Tientsin

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Vários documentos são referidos como "Tratado de Tien-Tsin" ou Tratado de Tianjin (chinês tradicional: 天津 条约; chinês simplificado: 天津 条约, Pinyin: Tianjin Tiaoyue) foram assinados em Tianjin em junho de 1858, terminando a primeira parte da Segunda Guerra do Ópio (1856-1860). França, Reino Unido, Rússia e Estados Unidos foram as partes envolvidas. Esses tratados abriram mais as portas chinesas para os estrangeiros (ver: Tratado de Nanquim), permitiram a estadia dos diplomatas estrangeiros em Pequim, legalizaram a importação de ópio, permitiram a atividade missionária cristã e concederam a liberdade religiosa aos cristãos (incluindo os cristãos chineses).
Tratado de Tientsin 
Vários documentos são referidos como "Tratado de Tien-Tsin" ou Tratado de Tianjin (chinês tradicional: 天津 条约; chinês simplificado: 天津 条约, Pinyin: Tianjin Tiaoyue) foram assinados em Tianjin em junho de 1858, terminando a primeira parte da Segunda Guerra do Ópio (1856-1860). França, Reino Unido, Rússia e Estados Unidos foram as partes envolvidas. Esses tratados abriram mais as portas chinesas para os estrangeiros (ver: Tratado de Nanquim), permitiram a estadia dos diplomatas estrangeiros em Pequim, legalizaram a importação de ópio, permitiram a atividade missionária cristã e concederam a liberdade religiosa aos cristãos (incluindo os cristãos chineses). Estes tratados foram ratificados pelo Imperador da China na Convenção de Pequim, em 1860, após o fim da guerra. 
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