The Circus Starring Britney Spears

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The Circus Starring Britney Spears foi a sétima turnê (sendo sua terceira mundial) da artista musical estadunidense Britney Spears, em suporte de seu sexto álbum de estúdio Circus (2008). Após o lançamento do quinto disco de Spears Blackout em outubro de 2007, circularam rumores de que Spears estaria planejando uma turnê mundial; contudo, foi cancelada por razões desconhecidas. A digressão foi oficialmente anunciada em dezembro de 2008, com datas das etapas norte-americanas e britânicas sendo reveladas. O palco era composto de três anéis e definido como in-the-round para se assemelhar a um circo real. Os designers de moda Dean e Dan Caten criaram os figurinos da excursão. Uma tela cilíndrica gigante foi feita acima do palco como um dos planos de fundo, onde eram transmitidos interlúdios. O
The Circus Starring Britney Spears 
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Após Spears apresentar "Womanizer" , o show terminou com luzes no fundo e diversas faíscas caindo do teto . 
"Toxic" e "...Baby One More Time" foram interpretados com o mesmo figurino, sendo que Spears não apresentou a última canção com suas calças. 
A performance de "Breathe on Me" apresentou Spears em um porta retrato gigante. A apresentação de "Touch of My Hand" contou com a artista vendada, interpretando a faixa em uma cadeira suspensa. 
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Cartaz promocional da etapa norte-americana da turnê. 
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US$ 131.8 milhões 
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Toronto Sun 
The Circus Starring Britney Spears foi a sétima turnê (sendo sua terceira mundial) da artista musical estadunidense Britney Spears, em suporte de seu sexto álbum de estúdio Circus (2008). Após o lançamento do quinto disco de Spears Blackout em outubro de 2007, circularam rumores de que Spears estaria planejando uma turnê mundial; contudo, foi cancelada por razões desconhecidas. A digressão foi oficialmente anunciada em dezembro de 2008, com datas das etapas norte-americanas e britânicas sendo reveladas. O palco era composto de três anéis e definido como in-the-round para se assemelhar a um circo real. Os designers de moda Dean e Dan Caten criaram os figurinos da excursão. Uma tela cilíndrica gigante foi feita acima do palco como um dos planos de fundo, onde eram transmitidos interlúdios. Os efeitos especiais foram fornecidos por Solotech. O mágico Ed Alonzo fez parte da turnê durante o seu segundo segmento. O repertório foi composto geralmente por faixas dos álbuns In the Zone, Blackout e Circus. Spears anunciou que ela faria uma turnê pela Austrália pela primeira vez em Junho de 2009. A turnê foi descrita como uma "extravagância pop" e foi divida nos segmentos The Circus, House of Fun (Anything Goes), Freakshow-Peepshow, Electro Circ e o bis. O primeiro apresentou uma metamorfose de Spears de uma mestre para uma escrava, enquanto está sendo cercada por diferentes artistas. O segundo exibiu uma série de números com temas diferentes, incluindo mágicas e militares, e terminava com uma apresentação inspirada em Bollywood e uma balada em que Spears a apresentava flutuando em um guarda-chuva gigante. O terceiro bloco apresentou um interlúdio com música heavy metal e continha com performances obscuras e sexuais. O segmento seguinte exibia rotinas de dança enérgicas e o final consistia em uma montagem de vídeos musicais de Spears e uma apresentação com tema policial. Algumas mudanças foram feitas para os showss em toda a turnê. Várias canções foram remixadas. Spears também interpretou "Mannequin" em concertos europeus selecionados e regravou canções de Duffy e Alanis Morissette em algumas datas na América do Norte. A digressão recebeu análises mista por parte da mídia especializada, a qual prezou sua estética e a consideraram como um show divertido, enquanto outros criticaram a falta do envolvimento de Spears durante alguns segmentos. Foi um sucesso comercial, lucrando um total de US$ 131.8 milhões (US$ 144.8883.915 em 2014). Um grande número de ingressos foram vendidos dentro em sua semana de lançamento, o que levou a adição de mais datas. A turnê também quebrou recordes de comparecimento em muitas cidades, com todos os shows norte-americanos sendo vendidos. Tornou-se a quinta maior em bilheteria de 2009, bem como a quinta maior bilheteria de uma artista feminina. Os espetáculos australianos geraram controvérsia depois que um repórter relatou que um grande número de fãs deixaram as apresentações antes do final devido ao Spears usar playback. No entanto, isso foi posteriormente negado pelo gerenciamento de Spears e por seus promotores. 
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