Teotônio Vilela Filho

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Teotônio Brandão Vilela Filho (Viçosa, 29 de janeiro de 1951) é um economista e político brasileiro.É graduado em Economia pela Universidade de Brasília. Filho do ex-senador Teotônio Vilela, ajudou a produzir o documentário sobre ele O Evangelho Segundo Teotônio.Então filiado ao PMDB, elege-se senador em 1986, sendo o mais jovem candidato até então eleito para o cargo. Seria reeleito em 1994 e 2002. Migrou para o PSDB onde se tornaria presidente nacional em 1996.
Teotônio Vilela Filho 
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Cíntia Sampaio Vilela 
Teotoniovilela16072007.jpg 
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a 1 de janeiro de 2015 
até 31 de dezembro de 2006 
Teotônio Vilela Filho 
PSDB 
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Senador por 
62.ºGovernadorde 
Senadorpor 
Teotônio Brandão Vilela Filho (Viçosa, 29 de janeiro de 1951) é um economista e político brasileiro. É graduado em Economia pela Universidade de Brasília. Filho do ex-senador Teotônio Vilela, ajudou a produzir o documentário sobre ele O Evangelho Segundo Teotônio. Então filiado ao PMDB, elege-se senador em 1986, sendo o mais jovem candidato até então eleito para o cargo. Seria reeleito em 1994 e 2002. Migrou para o PSDB onde se tornaria presidente nacional em 1996. Em 2006, candidata-se ao governo de Alagoas, com o apoio do ex-governador Ronaldo Lessa (PDT), que renunciara para disputar vaga no Senado Federal, tendo como vice o ex-secretário de saúde de Alagoas José Wanderley (PMDB). Elege-se em primeiro turno, vencendo o deputado federal e usineiro João Lyra (à época, no PTB). Seu primeiro suplente João Tenório cumpriu o restante do mandato no Senado. Em 2010, desta vez tendo como vice o ex-deputado federal José Thomaz Nonô (DEM), foi reeleito em segundo turno, com pequena vantagem sobre Lessa, que rompeu com o mesmo em 2007. Seu nome foi citado pela Operação Navalha, onde teria recebido R$ 150 mil do empresário Zuleido Veras em obras da construtura Gautama, conforme divulgado em reportagem da revista ISTOÉ. Em 2008, os deputados estaduais de Alagoas desautorizaram o STJ a processar e julgar Vilela Filho pelas acusações de formação de quadrilha, peculato e de três eventos de corrupção passiva na Operação Navalha. Após o fim de seu mandato em 2015, sem foro privilegiado ele poderá ser julgado e condenado pelos crimes a ele imputados. 
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