Sonata em trio

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Sonata em trio é uma forma musical, especialmente popular no fim do século XVII e início do século XVIII, composta normalmente para dois instrumentos melódicos solistas e baixo contínuo, totalizando as três partes que deram o nome de "sonata em trio" ao conjunto. Como o baixo contínuo, no entanto, se compõe normalmente de pelo menos dois instrumentos (tipicamente um violoncelo ou uma viola da gamba e um instrumento de teclado, como o cravo), as sonatas em trio são executadas quase sempre por pelo menos quatro músicos. As sonatas em trio de Arcangelo Corelli (opus I, 1681, opus III, 1689) foram alguns dos exemplos mais inspiradores do gênero.
Sonata em trio 
Sonata em trio é uma forma musical, especialmente popular no fim do século XVII e início do século XVIII, composta normalmente para dois instrumentos melódicos solistas e baixo contínuo, totalizando as três partes que deram o nome de "sonata em trio" ao conjunto. Como o baixo contínuo, no entanto, se compõe normalmente de pelo menos dois instrumentos (tipicamente um violoncelo ou uma viola da gamba e um instrumento de teclado, como o cravo), as sonatas em trio são executadas quase sempre por pelo menos quatro músicos. As sonatas em trio de Arcangelo Corelli (opus I, 1681, opus III, 1689) foram alguns dos exemplos mais inspiradores do gênero. Os instrumentos melódicos utilizados são quase sempre dois violinos. Uma conhecida exceção é a sonata em trio da Oferenda Musical de Johann Sebastian Bach, que apresenta um violino e uma flauta. As sonatas em trio de Bach para órgão (BWV 525-530) combinam as três partes num só instrumento; a mão direita, a esquerda e os pedais assumem partes diferentes, criando assim a mesma textura obtida num trio. Outra inovação de Bach foi o uso de apenas dois instrumentistas na execução da sonata em trio, arranjando-o para uma parte concertante (obbligato) e outra para um instrumento melódico; alguns exemplos são as seis sonatas para cravo e violino solo (BWV 1014-1019), três sonatas para cravo e viola da gamba (BWV 1027-1029), além das três sonatas para cravo e flauta transversal (BWV 1030-1032). 
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