Shapur I da Pérsia

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Shapur I, Sapor I ou Sabor I (em persa: شاپور; transl.: Shāpūr) foi xá (rei) do Império Sassânida entre 241 e 272. Filho de Artaxes I, era tão imperialista quanto o pai. Sem demora, completou um serviço já iniciado por Artaxes I: a sujeição do Império Kushana, no oeste de Bactriana e noroeste da Índia.Por volta de 256, Sapor atravessou a Síria e chegou às portas da grande cidade comercial de Antioquia, onde outro imperador romano, Valeriano, estabelecera seu quartel-general. Ele levou cativo o bispo de Antioquia, Demétrio prisioneiro em sua volta à Pérsia.
Shapur I da Pérsia 
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Shapur I, Sapor I ou Sabor I (em persa: شاپور; transl.: Shāpūr) foi xá (rei) do Império Sassânida entre 241 e 272. Filho de Artaxes I, era tão imperialista quanto o pai. Sem demora, completou um serviço já iniciado por Artaxes I: a sujeição do Império Kushana, no oeste de Bactriana e noroeste da Índia. Proclamado rei, Sapor expandiu o título real para Shahansha i eran u aneran, "rei dos reis do Irã e do não-Irã ". Para mostrar que estava com a razão retomou imediatamente a luta com Roma. Foi derrotado pelas tropas do imperador Gordiano III, um dos vários soberanos e candidatos a soberano que disputaram o poder no longo período tumultuado que se seguiu a morte de Alexandre Severo. Após a morte de Gordiano, Sapor forçou o imperador romano seguinte, um transjordaniano conhecido como Filipe, o Árabe, a entregar a Armênia à Pérsia. A Armênia controlava as passagens meridionais do Cáucaso, através das quais os bárbaros da Rússia poderiam invadir o sudoeste da Ásia, sendo, portanto, crucial para a defesa de ambos os impérios. Por volta de 256, Sapor atravessou a Síria e chegou às portas da grande cidade comercial de Antioquia, onde outro imperador romano, Valeriano, estabelecera seu quartel-general. Ele levou cativo o bispo de Antioquia, Demétrio prisioneiro em sua volta à Pérsia. Apesar de sofrer muitas perdas, Valeriano conseguiu deter o avanço persa, mas quatro anos depois Sapor estava de volta, não só esmagando o exército de Valeriano como aprisionando-o traiçoeiramente, durante uma conferência organizada para discutir o armistício. Sapor emitiu um édito real para que os magos do zoroastrismo na Pérsia perseguissem cristãos, nos primeiros dias de seu reinado, já que concordava com as idéias opressoras de Kartir (mago chefe de Sapor), mas o poder crescente dos magos logo apareceu como uma ameaça muito maior do que poderiam constituir as minorias religiosas. Sapor mudou então sua política e proibiu os magos de prosseguirem com as perseguições. 
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