Sedevacantismo

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Sedevacantismo é a posição defendida por uma minoria resoluta de católicos tradicionalistas que afirmam que a Santa Sé está vaga desde a morte do Papa Pio XII, em 1958, ou de Angelo Roncalli João XXIII em 1963. Entretanto, nem todos os tradicionalistas são sedevacantistas, exemplo é a Fraternidade Sacerdotal São Pio X.Segundo o livro Men of a Single Book, de Mateus Soares de Azevedo:
Sedevacantismo 
Sedevacantismo é a posição defendida por uma minoria resoluta de católicos tradicionalistas que afirmam que a Santa Sé está vaga desde a morte do Papa Pio XII, em 1958, ou de Angelo Roncalli João XXIII em 1963. Entretanto, nem todos os tradicionalistas são sedevacantistas, exemplo é a Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Sedevacantistas acreditam que Paulo VI (Giovanni Battista Montini, 1963-1978), João Paulo I (Albino Luciani, 1978), João Paulo II (Karol Wojtila, 1978-2005), Bento XVI (Joseph Ratzinger, 2005-2013) e Francisco (Jorge Mário Bergoglio, 2013- ) não foram católicos verdadeiros nem, portanto, papas legítimos, em virtude de, alegadamente, terem abraçado a heresia do modernismo, negado ou contrariado solenemente dogmas católicos definidos por conclave inválido. Alguns deles classificam Roncalli (1958-1963) também como um antipapa modernista. Segundo o livro Men of a Single Book, de Mateus Soares de Azevedo: O termo "sedevacantismo" é derivado da frase em latim sede vacante, que significa literalmente "a cadeira vaga", onde o cadeira em questão é a de um bispo. A utilização específica da frase está no contexto da vacância da Santa Sé, entre a morte ou renúncia de um Papa e a eleição de seu sucessor. Para os sedevacantistas, a Igreja Católica não tem actualmente um Papa para a governar e guiar. Oriundos do sedevacantismo, existem os que tiveram a sua alternativa própria: elegeram e reconheceram um dos seus como o verdadeiro e legítimo Papa. Devido ao facto de eles afirmarem que a Santa Sé é dirigida pelo seu candidato, eles não são sedevacantistas em sentido estrito, por isso são chamados de "conclavistas". No entanto, o termo "sedevacantista" é também frequentemente aplicado a eles, porque eles rejeitam a actual sucessão papal aceita pela Igreja Católica, pelas mesmas razões do que os sedevacantistas. 
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