Santuário Kamo

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O Santuário de Kamo (賀茂神社, Kamo-jinja) é um termo geral de um importante complexo de templos xintoístas nas margens do Rio Kamo no nordeste de Quioto. Ele é centrado em dois templos. Os dois templos, um superior e um inferior, situam-se em um canto da antiga capital que era conhecido como o "portão do demônio" (鬼門, kimon) devido às tradicionais crenças do feng shui de que o canto nordeste trazia azar. Como o Rio Kamo corre de norte a leste na cidade, os dois templos juntos ao rio preveniriam os demônios de entrar na cidade.
Santuário Kamo 
O Santuário de Kamo (賀茂神社, Kamo-jinja) é um termo geral de um importante complexo de templos xintoístas nas margens do Rio Kamo no nordeste de Quioto. Ele é centrado em dois templos. Os dois templos, um superior e um inferior, situam-se em um canto da antiga capital que era conhecido como o "portão do demônio" (鬼門, kimon) devido às tradicionais crenças do feng shui de que o canto nordeste trazia azar. Como o Rio Kamo corre de norte a leste na cidade, os dois templos juntos ao rio preveniriam os demônios de entrar na cidade. O Santuário de Kamo engloba o que hoje são jinjas independentes mas tradicionalmente associados: o Kamo-wakeikazuchi Shrine (賀茂別雷神社, Kamo-wakeikazuchi jinja) no bairro de Kita, em Quioto, e o "Kamo-mioya Shrine'" (賀茂御祖神社, Kamo-mioya jinja) no bairro de Sakyo. Eles estão entre os "Monumentos Históricos da Antiga Quioto" que foram designados como [[patrimônio mundial] da UNESCO. O nome do jinja identifica o kami ou divindades consagradas que são veneradas no Santuário de Kamo, sendo que o nome refere-se às árvores que rodeiam o templo. O nome do templo também se refere aos antigos habitantes da área, o clã Kamo, muitos dos quais continuam a viver perto do templo que seus ancestrais tradicionalmente serviam. The Kamo are credited with establishing this Shinto sacred place. Os nomes formais do corolário jinja memorizam as raízes vitais em uma história que antecede a fundação da antiga capital do Japão. Embora hoje esteja incorporado aos limites da cidade, o Tadasu no Mori foi um fator decisivo para a escolha do local. Há uma teoria de que a floresta era a floresta primordial do clã sacerdotal Kamo, que eram os responsáveis exclusivos do templo desde épocas pré-históricas. Os limites da floresta englobam aproximadamente 12,4 hectares, que são preservados como local histórico nacional (国の史跡). As árvores deste bosque sagrado são consideradas como patrimônio mundial da UNESCO junto com outros templos xintoístas em seus arredores. O festival anual do templo, Kamo no Matsuri, também chamado de Aoi Matsuri, é o mais antigo dos três principais festivais de Quioto. Os outros são o Jidai Matsuri e o Gion Matsuri. 
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