Punk rock

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Punk rock é um movimento musical e cultural que surgiu em meados da década de 1970 e que tem como características principais músicas rápidas e ruidosas, com canções que abordem ideias políticas anarquistas, niilistas e revolucionárias. Também abordam em suas letras problemas sociais como o desemprego, a guerra, a violência e drogas; ou o contrário disto: temas como relacionamentos, diversão e sexo. O visual agressivo e rasgado, chocante, que foge dos padrões da moda e da sociabilização, a linguagem despudorada, a filosofia "faça-você-mesmo" (Do It Yourself em inglês, ou, numa sigla, DIY), a imagem "anti-ídolo" (inclusive sem ser obrigado a tocar corretamente seu instrumento) e atitudes destrutivas também são outras características do punk; embora nem todas as bandas sigam tal padrão. Se op
Punk rock 
Metade dos anos 70; 
EUA, Reino Unido, Austrália e pequenas cenas locais ao redor do mundo. 
#BB0022 
white 
Ska 2 Tone • Psychobilly• Pop punk • Emo • Ska punk• Folk punk • Celtic punk • Deathrock • Cowpunk • Anti-folk • Avant-punk • Chicano punk • Gaelic punk • Gypsy punk • Punk blues • Punk jazz 
Vocais guitarra elétrica baixo bateria ocasionalmente outros instrumentos 
Punk rock 
Bandas de punk rock 
Cultura punk • Música punk • Moda punk 
Sucesso comercial internacional do pop punk e ska punk, em meados dos anos 90. 
Topo das paradas britânicas no final dos anos 70; 
xsd:integer
Celtic punk Cowpunk Crust punk 
Dance-punk Folk punk Garage punk 
Gaelic punk Glam punk Gypsy punk 
Hardcore punk Horror punk Nazi punk 
New Wave No Wave Noise rock 
Pop punk Post hardcore 
Punk cristão Punk jazz Punk Pathetique 
Pós-punk Psychobilly Punk blues 
R&B punk Reggae punk Riot Grrrl 
Ska punk Skate punk Street punk/Oi! 
Synthpunk Straight edge 
#BB0022 
New wave pós punk rock alternativo grunge 
Rock and rollfolkrockabillysurf rockgarage rockglam rockpub rockprotopunk 
Punk rock é um movimento musical e cultural que surgiu em meados da década de 1970 e que tem como características principais músicas rápidas e ruidosas, com canções que abordem ideias políticas anarquistas, niilistas e revolucionárias. Também abordam em suas letras problemas sociais como o desemprego, a guerra, a violência e drogas; ou o contrário disto: temas como relacionamentos, diversão e sexo. O visual agressivo e rasgado, chocante, que foge dos padrões da moda e da sociabilização, a linguagem despudorada, a filosofia "faça-você-mesmo" (Do It Yourself em inglês, ou, numa sigla, DIY), a imagem "anti-ídolo" (inclusive sem ser obrigado a tocar corretamente seu instrumento) e atitudes destrutivas também são outras características do punk; embora nem todas as bandas sigam tal padrão. Se opôs, principalmente, aos excessos do rock progressivo, do fusion e do hard rock quando, em 1977, invadiu a Inglaterra via Estados Unidos. Neste último país citado, bandas como New York Dolls, Stooges, MC5, The Velvet Underground, Richard Hell and the Voidoids, The Dictators, denominadas bandas de protopunk, habitavam uma cena underground desde o final dos anos sessenta que muito se beneficiaria com a ascensão dos artistas ingleses. Quando o estilo se popularizou na Inglaterra, teve inúmeras bandas representando-o, como os The 101ers e London SS (bandas formadas ainda em 74-75 no pub rock e que continham futuros membros do The Damned e The Clash), The Damned (primeira banda punk inglesa a lançar um single, "New Rose", ainda em 76, e primeira banda inglesa a lançar um LP completo: Damned, Damned, Damned), Sex Pistols (mentora intelectual de todos os punks de lá - com os singles "Anarchy in the U.K." e "God Save the Queen", incluídos no polêmico álbum Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols), The Clash (primeira banda punk a se submeter a uma grande gravadora - CBS), Buzzcocks (primeira banda a gravar um pequeno disco dispensando gravadora: o EP Spiral Scratch, impulsionando a explosão de inúmeros pequenos selos na illha), Sham 69, U.K. Subs, X-Ray Spex, The Adverts, The Vibrators, Cock Sparrer, Slaughter & The Dogs, Eddie and the Hot Rods, Wire, Alternative TV, The Boys, 999, Chelsea, Generation X, The Lurkers e The Stranglers (banda de pub rock que utilizava teclados, mas que entrou no punk por sua atitude); tudo isso propiciando uma saraivada de bandas novas. Na Europa toda o punk inglês se disseminou, gerando o Stiff Little Fingers e The Undertones na Irlanda; The Rezillos e The Skids na Escócia; The Dogs, Stinky Toys e Métal Urbain na França; Male e Mittagspause na Alemanha; The Kids na Bélgica; Lama, Briard e Eppu Normaali na Finlândia; Rude Kids, Ebba Grön e Göteborg Sound na Suécia; Speedtwins na Holanda; Radio Birdman e The Saints na Austrália; Os Faíscas, Minas & Armadilhas, Aqui d’el-Rock, Xutos & Pontapés e UHF em Portugal e Restos de Nada, Lixomania, Inocentes, Ratos de Porão, AI-5, Cólera, Condutores de Cadáver, Olho Seco, Garotos Podres, Plebe Rude, Câmbio Negro, Bandeira Federal e Excomungados no Brasil; além de inúmeras outras revoluções punk pelo mundo. Até os anos 1980 praticamente todos os países teriam uma cena de punk rock. 
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Punk rock 
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