Protestos no Brasil em 2013

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Os protestos no Brasil em 2013, também conhecidos como Manifestações dos 20 centavos, Manifestações de Junho ou Jornadas de Junho, foram várias manifestações populares por todo o país que inicialmente surgiram para contestar os aumentos nas tarifas de transporte público, principalmente nas principais capitais. São as maiores mobilizações no país desde as manifestações pelo impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello em 1992, e chegaram a contar com até 84% de simpatia da população.
Protestos no Brasil em 2013 
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Protestos contra o aumento das tarifas de transporte público no Brasil em 2013 
Página da Presidência da República com a transcrição do pronunciamento presidencial realizado em 21 de junho de 2013 
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Manifestantes no teto do Congresso Nacional, protestando contra gastos na Copa, corrupção e por melhorias no transporte, na saúde e educação, em 17 de junho. 
• — 438 cidades no dia 20/06 • Internacional — pelo menos 27 cidades 
Abril de 2013 – Julho de 2013 
Protestos no Brasil em 2013 
A revolta do gás lacrimogêneo 
Pronunciamento da Presidenta da República, Dilma Rousseff, em cadeia nacional de rádio e TV 
Protestos contra o aumento das tarifas de transporte público e a Copa do Mundo no Brasil em 2013 
Marchas em protesto 
• Diminuir o valor das tarifas de transporte público; 
• Impedir a aprovação de projetos como a "cura gay" e as PECs 37 e 33 no Congresso Nacional. 
• Sistemas de transporte público de boa qualidade e que atendam toda a população; 
• Democratização da mídia; 
• Melhor gestão dos gastos governamentais e serviços públicos eficientes; 
Legislativo e Executivo de todas as esferas 
Entre 1,25 milhão e 1,55 milhão de manifestantes no dia 20/06 
• Transporte público insuficiente e de má qualidade; 
• Taxas elevadas de corrupção política e impunidade. 
• Aumentos nas tarifas de transporte público; 
• Repressão policial violenta aos protestos; 
• Serviços públicos de má qualidade; 
• Gastos públicos exorbitantes em grandes eventos esportivos internacionais; 
Os protestos no Brasil em 2013, também conhecidos como Manifestações dos 20 centavos, Manifestações de Junho ou Jornadas de Junho, foram várias manifestações populares por todo o país que inicialmente surgiram para contestar os aumentos nas tarifas de transporte público, principalmente nas principais capitais. São as maiores mobilizações no país desde as manifestações pelo impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello em 1992, e chegaram a contar com até 84% de simpatia da população. Inicialmente restrito a pouco milhares de participantes, os atos pela redução das passagens nos transportes públicos ganharam grande apoio popular em meados de junho, em especial após a forte repressão policial contra os manifestantes, cujo ápice se deu no protesto do dia 13 em São Paulo. Quatro dias depois, um grande número de populares tomou parte das manifestações nas ruas em novos diversos protestos por várias cidades brasileiras e até do exterior. Em seu ápice, milhões de brasileiros estavam nas ruas protestando não apenas pela redução das tarifas e a violência policial, mas também por uma grande variedade de temas como os gastos públicos em grandes eventos esportivos internacionais, a má qualidade dos serviços públicos e a indignação com a corrupção política em geral. Os protestos geraram grande repercussão nacional e internacional. Em resposta, o governo brasileiro anunciou várias medidas para tentar atender às reivindicações dos manifestantes e o Congresso Nacional votou uma série de concessões (a chamada "agenda positiva"), como ter tornado a corrupção como um crime hediondo, arquivado a chamada PEC 37, que proibiria investigações pelo Ministério Público, e proibido o voto secreto em votações para cassar o mandato de legisladores acusados de irregularidades. Houve também a revogação dos então recentes aumentos das tarifas nos transportes em várias cidades do país, com a volta aos preços anteriores ao movimento. As manifestações no Brasil seguiram o mesmo processo de "propagação viral" de protestos em outros países, como a Primavera Árabe, no mundo árabe, Occupy Wall St, nos Estados Unidos, e Los Indignados, na Espanha. 
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