Preservação condicional dos santos

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A preservação condicional dos santos (ou mais comum, segurança condicional) é a crença arminiana que os crentes são mantidos seguros por Deus em seu relacionamento salvador com Ele sobre a condição de uma fé perseverante em Cristo. Arminianos encontram a Escritura descrevendo tanto o ato inicial de fé em Cristo, "pelo qual o relacionamento é efetivado, e a fé perseverante nEle na qual a relação é sustentada." O relacionamento do "crente em Cristo nunca é um relacionamento extático, existindo como a consequência irrevogável de uma decisão passada, ato, ou experiência." Pelo contrário, é uma união viva "exercida sobre uma fé viva em um Salvador vivo." Esta união viva é capturada neste simples mandamento de Cristo, "permanecei em mim, e eu permanecerei em vós" (João 15:4).
Preservação condicional dos santos 
A preservação condicional dos santos (ou mais comum, segurança condicional) é a crença arminiana que os crentes são mantidos seguros por Deus em seu relacionamento salvador com Ele sobre a condição de uma fé perseverante em Cristo. Arminianos encontram a Escritura descrevendo tanto o ato inicial de fé em Cristo, "pelo qual o relacionamento é efetivado, e a fé perseverante nEle na qual a relação é sustentada." O relacionamento do "crente em Cristo nunca é um relacionamento extático, existindo como a consequência irrevogável de uma decisão passada, ato, ou experiência." Pelo contrário, é uma união viva "exercida sobre uma fé viva em um Salvador vivo." Esta união viva é capturada neste simples mandamento de Cristo, "permanecei em mim, e eu permanecerei em vós" (João 15:4). Conforme os arminianos, a fé salvadora bíblica se expressa em amor e obediência a Deus (Gálatas 5.6; Hebreus 5.8-9). Na Confissão Arminiana de 1621, os Remonstrantes (ou líderes arminianos) afirmaram que a verdadeira ou fé viva opera pelo amor, e que Deus escolheu dar salvação e vida eterna pelo Seu Filho, "e para finalmente glorificar todo aquele e somente aquele verdadeiro crente em seu nome, ou obedecendor do seu evangelho, e perseverante na fé e obediência até a morte... " Arminianos acreditam que "isto é mais que evidente a partir das Escrituras que o crente está seguro." Além disso, os crentes têm a garantia de saber que não há poder externo ou circunstância que pode separá-los do amor de Deus que eles desfrutam em união com Cristo. No entanto, arminianos veem várias advertências na Escritura dirigidas a crentes genuínos sobre a possibilidade de apostasia, na incredulidade e, assim, se tornando separados de sua união salvífica com Deus através de Cristo. Arminianos sustentam que, se um crente se torna incrédulo (comete apostasia), ele necessariamente deixa de participar das promessas de salvação e vida eterna feita aos crentes que continuam na fé e permanecem unidos a Cristo. Por isso, arminianos reconhecem a importância de alertar os crentes sobre o perigo de apostasia e os exortar a perseverar na fé como um meio de edificá-los, incentivando o amadurecimento espiritual, que é o caminho certo e bíblico para evitar a apostasia. 
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