Praça do Comércio

http://pt.dbpedia.org/resource/Praça_do_Comércio

A Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos e que hoje está ocupado por ministérios e outros departamentos governamentais. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). É considerado o "centro oficial da capital e do governo do país".
Praça do Comércio 
DarkGreen 
right 
Praça do Comércio 
xsd:integer 90 
xsd:integer 285 
xsd:integer 38 
xsd:integer 42 
xsd:integer 28 
Localização da Praça do Comércio em Lisboa 
xsd:integer
xsd:integer
xsd:integer 11 
xsd:integer
bottom 
Estatua de Don José I, Plaza del Comercio, Lisboa, Portugal, 2012-05-12, DD 03.JPG 
Arco do Triunfo Português.jpg 
São Nicolau e Madalena 
Burguesia mercantil 
Arco da Rua Augusta 
Estátua de D. José I na Praça do Comércio e Arco Triunfal da Rua Augusta. 
Praça do Comércio 
Terreiro do Paço 
A Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos e que hoje está ocupado por ministérios e outros departamentos governamentais. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). É considerado o "centro oficial da capital e do governo do país". Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, coordenada por Eugénio dos Santos, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. O Complexo Ministerial com arcadas que circunda a praça, alberga parte dos departamentos dos Ministérios do Governo Português, o Governo Civil de Lisboa e o Supremo Tribunal de Justiça e ainda o famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa. Após a Revolução de 1910 os edifícios foram pintados a cor-de-rosa. Contudo, voltaram recentemente à sua cor original, o amarelo. O lado sul, com as suas duas torres quadradas, está virado para o Tejo. Esta foi sempre a entrada nobre de Lisboa e, nos degraus de mármore do Cais das Colunas, vindos do rio, desembarcam chefes de estado e outras figuras de destaque (desde Isabel II de Inglaterra a Gungunhana). Essa impressionante entrada em Lisboa serve agora de cais para os cacilheiros, os barcos que ligam a cidade a Cacilhas. Hoje, o espectáculo de desembarcar neste cais é prejudicado pelo trânsito na Avenida da Ribeira das Naus, que corre ao longo da margem. Um facto interessante são os banhos semanais que ocorriam antigamente no cais, nos quais algumas pessoas ousavam banhar-se nuas, o que causou indignação na época. No centro da praça, vê-se a estátua equestre D. José, erigida em 1775 por Joaquim Machado de Castro, o principal escultor português do século XVIII. Ao longo dos anos, a estátua de bronze ganhou uma patina verde. No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada para a Baixa. A área serviu como parque de estacionamento até à década de 1990, mas hoje este vasto espaço é usado para eventos culturais e espectáculos. 
xsd:nonNegativeInteger 92 
xsd:integer 76319 
xsd:nonNegativeInteger 7698 
xsd:integer 44138321 

data from the linked data cloud