Pot-pourri (música)

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Pot-pourri (pronunciado popurri) /popu.ʁi/ é um termo empregado para se referir a uma forma musical com estrutura ABCDEF… (sem repetição de temas), a mesma que um medley e, por vezes, que uma fantasia, sendo utilizada em músicas populares ou de construção mais simples. Nesta forma de orquestração, as secções individuais são simplesmente justapostas sem existir uma conexão trabalhada entre elas e sem existir repetição de temas. Isto é usualmente observado em composições que seguem uma série de temas, por exemplo em colectâneas de canções e de dance music, ou em algumas óperas e operetas.
Pot-pourri (música) 
Pot-pourri (pronunciado popurri) /popu.ʁi/ é um termo empregado para se referir a uma forma musical com estrutura ABCDEF… (sem repetição de temas), a mesma que um medley e, por vezes, que uma fantasia, sendo utilizada em músicas populares ou de construção mais simples. Nesta forma de orquestração, as secções individuais são simplesmente justapostas sem existir uma conexão trabalhada entre elas e sem existir repetição de temas. Isto é usualmente observado em composições que seguem uma série de temas, por exemplo em colectâneas de canções e de dance music, ou em algumas óperas e operetas. Um pot-pourri é um modo de executar várias músicas em uma única faixa, tocadas uma após a outra, às vezes sobrepostas. São comuns na música popular, e a maior parte são canções e não uma peça musical. Um pot-pourri que é uma série remixada ou remisturada é chamado de um megamix, geralmente feito com faixas de um artista, ou de canções populares a partir de um determinado ano ou género. O termo pot-pourri é aplicado desde o início do século XVIII; o primeiro registo conhecido da aplicação desta expressão data de 1711, ano em que Christophe Ballard (1641–1715), um editor de música francês, a utilizou numa colectânea de peças que editou. Durante o século XVIII a expressão foi utilizada em França para colectâneas de canções, com uma temática associada, que por vezes eram apresentadas em palco. Posteriormente o termo foi também utilizado em colectâneas de instrumentais, como por exemplo o "pot-pourri français", uma colectânea de músicas para dança originais, sem ligação entre si, publicada por Bouïn. Os pot-pourris tornaram-se particularmente célebres durante o século XIX, encontrando-se neste género as aberturas de óperas de compositores franceses, como François-Adrien Boïeldieu (1775–1834), Daniel Auber (1782–1871) e Ferdinand Hérold (1791–1833) e do inglês Arthur Sullivan (1842–1900). Richard Strauss chamou à abertura da sua Die schweigsame Frau um pot-pourri. 
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