Paroxetina

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Paroxetina ou cloridrato de paroxetina é um potente antidepressivo inibidor seletivo da recaptação da serotonina (ISRS). Além dos transtornos depressivos a paroxetina tem sido empregada nos distúrbios em que, supostamente, há uma influência serotonérgica como no transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno do pânico. Também pode ser empregada no Transtorno de Ansiedade Social, Transtorno de estresse pós-traumático, Transtorno de ansiedade generalizada e sintomas vasomotores relacionados à síndrome climatérica em mulheres.
Paroxetina 
fármaco 
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(3S,4R)-3-[(2H-1,3-benzodioxol-5-yloxy)methyl]-4-(4-fluorophenyl)piperidine 
Paroxetina ou cloridrato de paroxetina é um potente antidepressivo inibidor seletivo da recaptação da serotonina (ISRS). Além dos transtornos depressivos a paroxetina tem sido empregada nos distúrbios em que, supostamente, há uma influência serotonérgica como no transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno do pânico. Também pode ser empregada no Transtorno de Ansiedade Social, Transtorno de estresse pós-traumático, Transtorno de ansiedade generalizada e sintomas vasomotores relacionados à síndrome climatérica em mulheres. A potência antidepressiva da paroxetina é equivalente ao dos antidepressivos tricíclicos com a vantagem de produzir menos efeitos colaterais, equivalendo-se também às demais medicações do mesmo grupo como a sertralina, a fluoxetina e a fluvoxamina. É associada a ganho de peso, e descontinuação brusca do tratamento pode causar síndrome de retirada da paroxetina. É o único ISRS associado a riscos de má formação fetal. Estudos longitudinais de um ano sugerem que há um efeito preventivo de recaída da depressão proporcionado pela paroxetina. Nos idosos a paroxetina apresentou o mesmo desempenho das medicações equivalentes. No pânico mostrou-se tão potente quanto a clomipramina. Durante o intervalo de um ano (tempo de duração do estudo em questão) a paroxetina não perdeu a eficácia como antidepressivo. Outros transtornos em que tem se verificado a eficácia da paroxetina são: fobia social, tensão pré-menstrual e dor de cabeça crônica. Com a paroxetina há menos desistências do tratamento por causa dos efeitos colaterais quando comparado aos antidepressivos tricíclicos. 
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