Ordem da Torre e Espada

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A Ordem da Torre e Espada ou simplesmente Ordem da Espada (posteriormente chamada Antiga e Muito Nobre Ordem da Torre e Espada) foi uma ordem militar portuguesa fundada por D. Afonso V de Portugal em 1459, constituindo, desde o seu início, a mais alta Ordem de Cavalaria do Reino de Portugal.Segundo o Dr. António do Valle-Domingues, esta ordem foi instituída para condecorar os cavaleiros que fosse às conquistas ou cruzada do Norte de África e que estes seriam sempre apenas vinte e sete, correspondentes ao mesmo número de anos da sua idade de então.
Ordem da Torre e Espada 
A Ordem da Torre e Espada ou simplesmente Ordem da Espada (posteriormente chamada Antiga e Muito Nobre Ordem da Torre e Espada) foi uma ordem militar portuguesa fundada por D. Afonso V de Portugal em 1459, constituindo, desde o seu início, a mais alta Ordem de Cavalaria do Reino de Portugal. Pretendia assemelhar-se à Mais Nobre Ordem da Jarreteira e à Ordem do Tosão de Ouro, pelo que se tornou a mais ilustre e importante ordem nacional. Assemelhava-se a estas e distinguia-se das demais, Ordem de Cristo, Ordem de Avis, Ordem de Santiago e Ordem de Malta por, ao contrário destas, não ser uma ordem territorial e senhorial, mas apenas uma ordem militar de cavalaria à antiga, com um carácter honorífico, como uma especial graça régia que aproximava os seus agraciados do poder real, tal como as suas contrapartes inglesa e borgonhesa. Segundo o Dr. António do Valle-Domingues, esta ordem foi instituída para condecorar os cavaleiros que fosse às conquistas ou cruzada do Norte de África e que estes seriam sempre apenas vinte e sete, correspondentes ao mesmo número de anos da sua idade de então. Conta-se que a sua simbologia e mito teve origem na seguinte lenda:"Havia na capital da Mauritânia, na cidade de Fez, uma torre em cujo capitel estava uma espada enterrada até metade e dizia-se que ela seria tirada por um príncipe, que a conquistaria, e que nesse dia tomaria para si toda a região e império". Inicialmente, além do rei que era o seu grão-mestre, dela faziam parte: o príncipe D. João seu filho herdeiro; D. Fernando seu tio seu irmão e mestre da Ordem de Santiago; o Infante D. Henrique seu tio e mestre da Ordem de Cristo; D. Afonso seu tio e Duque de Bragança; D. Fernando, Marquês de Vila Viçosa; e os condes de Odemira; Vila Real; Monsanto; Marialva; Atouguia; Viana; Faro; Penela; Cantanhede; Olivença; Abranches; Visconde de Vila Nova de Cerveira; mais o Prior do Crato; o marechal do Reino; o almirante do mar; etc. No sentido de agraciar os mais relevantes serviços, tanto dos dos seus vassalos como de ilustres estrangeiros, nomeadamente os Ingleses e outros que, por não serem Católicos, não podiam ser agraciados com as demais Ordens Militares, a rainha D. Maria I de Portugal, aliás, o Príncipe Regente D. João, em 1808, estando no Brasil, vê-se no intuito de renovar esta ordem para melhor servir a Casa Real Portuguesa. Foi extinta em 1834, estabelecendo-se em seu lugar a Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito. 
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