Observatório Europeu do Sul

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O Observatório Europeu do Sul (OES - em inglês: European Southern Observatory - ESO) é uma organização intergovernamental de pesquisa em astronomia, composta e financiada por quinze países. Foi criado em 1962 com o objetivo de proporcionar as mais avançadas instalações e acesso ao céu austral para astrônomos europeus. A organização emprega cerca de 700 funcionários e recebe contribuições anuais, dos Estados-membros, de aproximadamente 135 milhões de euros.
Observatório Europeu do Sul 
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ESO Headquarters.jpg 
Sede da organização em Garching bei München, Alemanha. 
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Mapa destacando os países-membros . 
Tim de Zeeuw 
Diretor-geral 
ESO member states.svg 
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Observatório Europeu do Sul 
(OES) 
Organização de pesquisa astronômica 
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15 (14 países europeus +Brasil) 
Organização de pesquisa astronômica 
O Observatório Europeu do Sul (OES - em inglês: European Southern Observatory - ESO) é uma organização intergovernamental de pesquisa em astronomia, composta e financiada por quinze países. Foi criado em 1962 com o objetivo de proporcionar as mais avançadas instalações e acesso ao céu austral para astrônomos europeus. A organização emprega cerca de 700 funcionários e recebe contribuições anuais, dos Estados-membros, de aproximadamente 135 milhões de euros. O OES é afamado pela construção e operação de alguns dos maiores e tecnologicamente mais avançados telescópios baseados em terra do mundo. Estes incluem o New Technology Telescope (NTT), que foi pioneiro na tecnologia de óptica ativa, e o Very Large Telescope (VLT), que consiste de quatro telescópios de 8m e quatro telescópios auxiliares de 1,8m. Atualmente os projetos em curso incluem a Atacama Large Millimeter Array (ALMA) e o European Extremely Large Telescope (E-ELT). A ALMA deve se tornar um dos maiores projetos de astronomia terrestre da próxima década, e será a nova grande instalação para observações no regime milímetros/submilímetros. Sua construção está bem adiantada, devendo ser concluída em 2013. O projeto ALMA é uma colaboração internacional entre a Europa, a Ásia Oriental e América do Norte em cooperação com a República do Chile. O executivo europeu é representado pelo OES, que também abriga o centro europeu da ALMA. O E-ELT é um telescópio de 40 metros cujo projeto está atualmente em fase de detalhamento; será o maior olho do mundo para o espaço. Sendo um telescópio extremamente grande, ele vai propiciar um enorme avanço no conhecimento astrofísico, permitindo estudos detalhados a respeito de exoplanetas, os primeiros objetos do Universo, super-buracos negros, e a natureza e distribuição da matéria escura e energia escura. O OES tem trabalhado juntamente com a sua comunidade de usuários astrônomos e astrofísicos europeus para projetar esse novo telescópio desde o final de 2005. O OES já realizou importantes descobertas astronômicas e produziu diversos catálogos astronômicos. Conquistas recentes incluem a descoberta da mais distante explosão de raios gama e as evidências de um buraco negro no centro da nossa galáxia, a Via Láctea. Em 2004, astrônomos do VLT obtiveram a primeira imagem de um exoplaneta, 2M1207b, orbitando uma anã marrom a 173 anos-luz de distância. O instrumento High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher (HARPS), instalado em outro telescópio do OES, levou à descoberta de muitos outros exoplanetas, incluindo Gliese 581c, um dos menores planetas fora do Sistema Solar encontrados até hoje. O VLT também descobriu a galáxia candidata ao título de a mais distante jamais vista por seres humanos, Abell 1835 IR1916. Os Estados-membros do OES são: Bélgica, Alemanha, França, Países Baixos, Suécia, Suíça, Itália, Portugal, Reino Unido, Finlândia, Espanha, República Tcheca, Áustria e Brasil. 
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Observatório Europeu do Sul 
(OES) 
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