O Livro Negro do Colonialismo

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O Livro Negro do Colonialismo, é um livro originalmente publicado na França, em 2003. A publicação em português foi lançada no Rio de Janeiro, no ano de 2004, é de autoria de Marc Ferro, conhecido por suas pesquisas pioneiras em relação ao cinema como fonte documental da análise histórica.A obra coletiva reúne cerca de vinte especialistas, entre historiadores, antropólogos, sociólogos, etnólogos, demógrafos, especialistas em direito público, para analisar o colonialismo e os crimes cometidos durante mais de cinco séculos de exploração em nome de uma suposta superioridade cultural e racial.
O Livro Negro do Colonialismo 
traduzido para o português 
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O Livro Negro do Colonialismo 
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Debates sobre o Colonialismo 
O Livro Negro do Colonialismo, é um livro originalmente publicado na França, em 2003. A publicação em português foi lançada no Rio de Janeiro, no ano de 2004, é de autoria de Marc Ferro, conhecido por suas pesquisas pioneiras em relação ao cinema como fonte documental da análise histórica. A obra coletiva reúne cerca de vinte especialistas, entre historiadores, antropólogos, sociólogos, etnólogos, demógrafos, especialistas em direito público, para analisar o colonialismo e os crimes cometidos durante mais de cinco séculos de exploração em nome de uma suposta superioridade cultural e racial. Organizada em cinco blocos, e calcada sobre o modelo de O Livro Negro do Comunismo, esta obra abrange o período das grandes navegações até os dias atuais. O livro reporta a discussão do extermínio das civilizações pré-colombianas, da destruição dos índios da América do Norte (genocídio dos indígenas dos Estados Unidos) e dos aborígenes australianos. Analisa a escravidão e o tráfico. A maior parte de suas quase mil páginas é dedicada ao exame detalhado da dominação colonialista na América, Ásia e África: a implantação de monoculturas para exportação, as lutas de resistência na Índia e no Vietnã, o colonialismo japonês moderno na Ásia Oriental, a colonização árabe em Zanzibar, as principais revoltas na África Negra, o apartheid, a conquista da Argélia e a descolonização da África francesa. Segue-se um estudo sobre os estatutos da mulher nativa nos países colonizados. Por fim, apresenta reflexões sobre o anticolonialismo, o postulado da superioridade branca, a imagem do negro na arte europeia e a representação do colonialismo no cinema. Entre as lacunas, a Guerra do Ópio, a colonização dos Bálcãs pelos turcos, o massacre das populações de Timor-Leste pela Indonésia, os procedimentos colonialistas por Israel em relação às populações não judaicas e a luta dos independentistas. 
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