Nebulosa planetária

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Uma nebulosa planetária é um objecto astronómico (nomeadamente, uma nebulosa de emissão) que é constituído por um invólucro brilhante em expansão de plasma e gás ionizado, expulsa durante a fase de ramo gigante assimptótico que atravessam as estrelas gigantes vermelhas nos últimos momentos das suas vidas.
Nebulosa planetária 
GURZADYAN, G.A. 
HARPAZ, A. 
ILIADIS, Christian 
JIMÉNEZ, N.; Guadalupe, S. 
KWOK, Sun 
MANCHADO TORRES, A., al. 
OSTERBROCK, D.E.; Ferland, G.J. 
TORRES, Silvia; FIERRO, Julieta 
ZEILIK, Michael A.; Gregory, Stephan A. 
xsd:integer 1994  1996  1997  1998  2000  2005  2006  2007  2009 
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Springer 
Cambridge University Press 
Wiley-VCH 
A. K. Peters 
Fondo de Cultura Económica 
Instituto de Astrofísica de Canarias 
Saunders College Publishing 
Universidad de La Laguna 
University Science Books 
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xsd:integer 978 
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Determinación de distancias a nebulosas planetarias 
Nebulosas planetarias : la hermosa muerte de las estrellas 
Introductory Astronomy and Astrophysics 
Nuclear physics of stars. Physics textbook 
Astrophysics of gaseous nebulae and active galactic nuclei 
Stellar evolution 
The origin and evolution of planetary nebulae 
The physics and dynamics of planetary nebulae 
The IAC morphological catalog of northern galactic planetary nebulae 
Uma nebulosa planetária é um objecto astronómico (nomeadamente, uma nebulosa de emissão) que é constituído por um invólucro brilhante em expansão de plasma e gás ionizado, expulsa durante a fase de ramo gigante assimptótico que atravessam as estrelas gigantes vermelhas nos últimos momentos das suas vidas. O nome é devido a que os seus descobridores, no século XVIII, observaram que a sua aparência era similar aos planetas gigantes vistos através dos telescópios ópticos da época, embora realmente não tenham relação alguma com os planetas. Trata-se de um fenômeno relativamente breve em termos astronômicos, que dura por volta de dezenas de milhares de anos (o tempo de vida de uma estrela comum ronda os dez mil milhões de anos). No final da vida das estrelas que atingem a fase de gigante vermelha, as camadas exteriores da estrela são expelidas devido a pulsações e a intensos ventos estelares. Após a expulsão destas camadas, subsiste um pequeno núcleo da estrela, o qual se encontra a uma grande temperatura e brilha intensamente. A radiação ultravioleta emitida por este núcleo ioniza as camadas externas que a estrela tinha expulsado. As nebulosas planetárias são objetos importantes em astronomia, por desempenharem um papel crucial na evolução química das galáxias, libertando ao meio interestelar metais pesados e outros produtos da nucleossíntese das estrelas (como carbono, nitrogênio, oxigênio e cálcio). Nas galáxias afastadas, as nebulosas planetárias poderão ser os únicos objetos dos quais podem ser retiradas informações acerca sua composição química. As imagens fornecidas pelo telescópio espacial Hubble revelaram que muitas nebulosas planetárias apresentam morfologias extremamente complexas e variadas. Cerca de um quinto delas mostram formas aproximadamente esféricas. Os mecanismos que produzem esta grande variedade de formas não são compreendidos ainda muito bem, mas as estrelas binárias centrais, os ventos estelares e os campos magnéticos podem desempenhar um papel de destaque. 
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