Massacre do Charlie Hebdo

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Massacre do Charlie Hebdo foi um atentado terrorista que atingiu o jornal satírico francês Charlie Hebdo em 7 de janeiro de 2015, em Paris, resultando em doze pessoas mortas e cinco feridas gravemente. O ataque foi perpetrado pelos irmãos Saïd e Chérif Kouachi, vestidos de preto e armados com fuzis Kalashnikov, na sede do semanário no 11º arrondissement de Paris, supostamente como forma de protesto contra a edição Charia Hebdo, que ocasionou polêmica no mundo islâmico e foi recebida como um insulto aos muçulmanos. Mataram 12 pessoas, incluindo uma parte da equipe do Charlie Hebdo e dois agentes da polícia nacional francesa, ferindo durante o tiroteio mais outras 11 pessoas que estavam próximas ao local.
Massacre do Charlie Hebdo 
right 
Chérif Kouachi 
Saïd Kouachi 
*Pistola-metralhadora Škorpion vz. 61 *fuzil de assalto AK-74 *duas pistolas Tokarev TT 
*Fuzis de assalto Kalashnikov AK-47 *espingarda *lança-granadas-foguete 
Manifestação em Vancouver, Canadá 
Protesto em Hamburgo, Alemanha 
Manifestante segurando uma placa com os dizeres Je suis Charlie em Belfort, França 
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vertical 
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Fotografias de Saïd e Chérif Kouachi, os irmãos responsáveis pelas mortes no Charlie Hebdo 
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Ch%C3%A9rif_Kouachi.jpg 
Je suis Charlie, Hamburg.jpg 
Sa%C3%AFd_Kouachi.jpg 
Charlie-Hebdo-2015-11.JPG 
Hyper_Cacher_porte_de_Vincennes_attentat_10.jpg 
Jornalistas, policiais e serviços de emergência na rua do tiroteio, duas horas após o ataque 
Fachada do supermercado kasher da rede Hypercacher em Porte de Vincennes durante o cerco 
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* 1 policial em Montrouge * 5 no cerco em Porte de Vincennes 
Estado Islâmico 
Al-Qaeda da Península Arábica 
Amedy Coulibaly 
Saïd Kouachi e Chérif Kouachi 
Assassinato em massa, spree killer e terrorismo 
Massacre do Charlie Hebdo 
Ataques em Île-de-France 
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*Esquina das avenidas Pierre Brossolette e la Paix em Montrouge *Supermercado kasher no bairro Porte de Vincennes, Paris 
Sede do jornal satírico francês Charlie Hebdo, na rua Nicolas-Appert, nº 10, 11º arrondissement 
Retaliação contra opressão de muçulmanos, especialmente na Palestina; apoio aos irmãos Kouachi 
Retaliação contra charges de Maomé e a edição Charia Hebdo 
Massacre do Charlie Hebdo foi um atentado terrorista que atingiu o jornal satírico francês Charlie Hebdo em 7 de janeiro de 2015, em Paris, resultando em doze pessoas mortas e cinco feridas gravemente. O ataque foi perpetrado pelos irmãos Saïd e Chérif Kouachi, vestidos de preto e armados com fuzis Kalashnikov, na sede do semanário no 11º arrondissement de Paris, supostamente como forma de protesto contra a edição Charia Hebdo, que ocasionou polêmica no mundo islâmico e foi recebida como um insulto aos muçulmanos. Mataram 12 pessoas, incluindo uma parte da equipe do Charlie Hebdo e dois agentes da polícia nacional francesa, ferindo durante o tiroteio mais outras 11 pessoas que estavam próximas ao local. No mesmo dia, outro francês muçulmano, Amedy Coulibaly, ligado aos atacantes do jornal (ele conhecia bem Chérif Kouachi) matou a tiros uma policial em Montrouge, na periferia de Paris, e no dia seguinte invadiu um supermercado kasher perto de Porte de Vincennes fazendo reféns, quatro deles são mortos pelo Coulibaly no novo ataque que terminou após a invasão do estabelecimento pela polícia francesa. No dia 11 de Janeiro, após as acções e a morte de Coulibaly, um vídeo é publicado na Youtube para reivindicar os actos: A. Coulibaly confirma a sua responsabilidade no ataque a Montrouge; ele também se reivindica como membro do Estado Islâmico do Iraque e do Levante. No total, durante os eventos entre 7 a 9 de janeiro, ocorreram 17 mortes em atentados terroristas na região de Île-de-France, em Paris. Centenas de pessoas e personalidades manifestaram seu repúdio aos ataques orquestrados contra o jornal. O presidente da França, François Hollande, decretou luto nacional no país no dia seguinte ao atentado. Em 11 de janeiro, cerca de três milhões de pessoas em toda a França, incluindo mais de 40 líderes mundiais, fizeram uma grande manifestação de unidade nacional para homenagear as 17 vítimas dos três dias de terror. A frase "Je suis Charlie" (francês para" Eu sou Charlie") transformou-se em um sinal comum, em todo o mundo, de prestar solidariedade contra os ataques e para a liberdade de expressão. 
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Amedy Coulibaly 
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