Livro das Aves

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O Livro das Aves é um manuscrito iluminado datado de 1184, o penúltimo ano do reinado de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal. Foi executado no scriptorium do Mosteiro do Lorvão, próximo de Coimbra. O escriba foi identificado como sendo Egeas, que também escreveu o Apocalipse do Lorvão. Juntamente com essa obra, é considerado um dos mais importantes manuscritos iluminados do jovem reino de Portugal.O manuscrito é uma obra moralizante sobre aves, da mesma forma que um bestiário é uma obra moralizante sobre animais.
Livro das Aves 
O Livro das Aves é um manuscrito iluminado datado de 1184, o penúltimo ano do reinado de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal. Foi executado no scriptorium do Mosteiro do Lorvão, próximo de Coimbra. O escriba foi identificado como sendo Egeas, que também escreveu o Apocalipse do Lorvão. Juntamente com essa obra, é considerado um dos mais importantes manuscritos iluminados do jovem reino de Portugal. O manuscrito é uma obra moralizante sobre aves, da mesma forma que um bestiário é uma obra moralizante sobre animais. Tal como o Apocalipse do Lorvão, este códice pertence a uma grande familia europeia de cópias de um original entretanto perdido. Este conjunto merece destaque por serem cópias do único bestiário medieval dedicado exclusivamente a aves. São assim cópias da obra De Avibus, da autoria do frade da Ordem de Santo Agostinho Hugues de Fouilloy. A obra original terá sido escrita entre 1132 e 1172, depois do autor ter sido nomeado prior de St.-Nicolas-de-Regny na primeira data, ou depois de em 1152 ter sido nomeado prior da casa-mãe desta, St.-Laurent-au-Bois, perto de Amiens, no norte da França. A última referência a Hugues de Fouilloy conhecida data de 1172; este foi possivelmente o ano da sua morte A obra é dedicada a um frade Rainier, um nobre que entrara no convento. Em todas as cópias deste original perdido, Hugues e Rainier são representados na mais icónica ilustração desta familia (ver Programa iconográfico). Todas estas cópias do original de de Fouilly, mais ou menos fidedignas, encontram-se divididas em dois ramos principais, com ao todo cinco subgrupos (ver Corpo dos manuscritos). Existem ainda duas outras cópias do De Avibus em Portugal (ver infra). Nota: O De Avibus é também conhecido por outros nomes, entre eles De Natura Avibus e Aviarium. Conhecem-se hoje mais de uma centena de cópias ou fragmentos do manuscrito original. No seguinte, o termo "Aviário" é usado para designar os códices desta família. 
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