Lista de monarcas da Alemanha

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A relação entre o título de rei e imperador na área que é hoje chamada de Alemanha é tão complicada quanto a história e a estrutura do próprio Sacro Império Romano-Germânico. O Império Carolíngio começou quando o Carlos Magno foi coroado Imperator Romanorum ("imperador dos romanos") em 800 pelo papa Leão III. Entretanto, com a morte de seu filho Luís, o Piedoso (que reviveu o título romano Augustus) em 840 e a divisão do império, o título de imperador foi passado ao reino franco central que originou-se da divisão: a Lotaríngia. Mas, Oto I, rei da Germânia, ao ser coroado imperador [Augustus] pelo papa João XI em 2 de fevereiro de 962, fez o título imperial passar ao antigo reino franco oriental (conhecido como Germânia desde 919), criando o Sacro Império Romano-Germânico.
Lista de monarcas da Alemanha 
A relação entre o título de rei e imperador na área que é hoje chamada de Alemanha é tão complicada quanto a história e a estrutura do próprio Sacro Império Romano-Germânico. O Império Carolíngio começou quando o Carlos Magno foi coroado Imperator Romanorum ("imperador dos romanos") em 800 pelo papa Leão III. Entretanto, com a morte de seu filho Luís, o Piedoso (que reviveu o título romano Augustus) em 840 e a divisão do império, o título de imperador foi passado ao reino franco central que originou-se da divisão: a Lotaríngia. Mas, Oto I, rei da Germânia, ao ser coroado imperador [Augustus] pelo papa João XI em 2 de fevereiro de 962, fez o título imperial passar ao antigo reino franco oriental (conhecido como Germânia desde 919), criando o Sacro Império Romano-Germânico. O Reino da Germânia começou como a seção oriental do Império Carolíngio, que foi dividido pelo Tratado de Verdun em 843 (enquanto que a seção ocidental formou a França). Os governantes da área oriental passaram a se intitular rex Francorum (rei dos francos) e mais tarde simplesmente rex. Uma referência aos germanos, indicando o surgimento de algum tipo de "nação germânica", só apareceu depois do século XI, quando o papa se referiu ao seu inimigo Henrique IV como rex teutonicorum (rei dos Teutões), a fim de o rotular como estrangeiro. Os reis reagiram a isto usando constantemente o título de rex Romanorum, (rei dos Romanos), para enfatizar seu governo universal mesmo antes de se tornarem imperadores. Este título permaneceu até o fim do império em 1806 (contudo, para que não cause confusão, esses reis são chamados de reis da germânia, em assuntos a eles relacionados). O reino nunca foi completamente hereditário, pelo contrário, ancestralidade era apenas um dos fatores que determinava a sucessão dos reis. O rei era formalmente eleito pelos líderes da nobreza no reino, continuando com a tradição dos francos. Aos poucos a eleição tornou-se um privilégio de um grupo de príncipes chamados de Eleitores, e a Bula Dourada de 1356 formalmente definia os procedimentos da eleição. Na Idade Média, o rei (rex Romanorum) não recebia o título de imperador (Imperator [Augustus] Romanorum) até ser coroado pelo papa. Ele também tinha que ser coroado com a Coroa de Ferro da Lombardia, após o que ele recebia o título de rex Italicum, (rei da Itália). Após isso ele subiria ao trono de Roma e seria coroado Sacro Imperador pelo Papa. Em 1508, Maximiliano I foi o primeiro rei a anunciar que a partir daquele momento ele usaria o título de imperador-eleito, depois de ter falhado a sua tentativa de marchar até Roma e ser coroado pelo Papa. Seu sucessor, Carlos V, foi o último imperador a ser coroado pelo Papa. A partir de Fernando I em diante, todos os imperadores eram simplesmente imperadores-eleitos, embora normalmente eles fossem chamados de o Imperador. Ao mesmo tempo, os sucessores escolhidos dos imperadores dos Habsburgos eram chamados de "rei dos Romanos", caso fossem eleitos enquanto seus pais ainda estavam vivos. Durante as Guerras Napoleônicas, o Sacro Império foi dissolvido em 1806 e foi criada a Confederação do Reno. Após a derrota de Napoleão Bonaparte em 1815, foi criada a Confederação Germânica, e em 1867, a Confederação da Alemanha do Norte, percussora do Império Alemão, que viria a reunir novamente o estados separados em 1806 (ambas uniões continham os antigos estados do Sacro Império e outros criados com o decorrer do tempo, entretanto, independentes.). Entre 1806 e 1867, após a Guerra Austro-prussiana, alternavam-se os título, variando entre os monarcas da Áustria e Prússia. A monarquia foi abolida em 1918, com a Revolução Alemã. Desde 1994, o chefe da Casa dos Hohenzollern é Jorge Frederico da Prússia, trineto de Guilherme II da Alemanha, o último kaiser do Império Alemão, pretendente ao trono alemão numa possível futura restauração monárquica. Durante os interregnos, a autoridade imperial foi exercida por dois vigários imperiais - o Eleitor da Saxônia, em seu papel de Conde Palatinado da Saxônia, exerceu seu cargo no norte da Alemanha, e o Eleitor do Palatinato, como Conde Palatino do Reno, exerceu-o no sul da Alemanha. A confusão sobre o eleitorado palatino durante e depois da Guerra dos Trinta Anos e levou a alguma confusão sobre quem era o legítimo vigário nos anos finais do Império. 
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