Linear B

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A escrita Linear B foi utilizada pelos povos micênicos (Civilização Micênica) entre os séculos XV a.C. e XII a.C., derivada provavelmente da escrita denominada Linear A, que por enquanto ainda não foi decifrada. A Linear B foi encontrada talhada em algumas tabuinhas de argila e vasos nos palácios de Pilos, Micenas, Tirinto e Tebas e em Cnossos e Cidônia.Acredita-se que essa escrita provavelmente era utilizada somente em certos registros como os contábeis, pois nenhum artefato contendo tais inscrições foi encontrado fora das regiões palacianas.
Linear B 
xsd:integer 1953  1973  1990  2006  2007 
Vários autores 
Alberto Bernabé & Eugenio R. Luján. 
Martín S. Ruipérez e José Luis Melena. 
O. Hoffman, A. Debrunner, A. Scherer. 
Ventris, Michael; Chadwick, John 
xsd:integer 84 
Cambridge University Press. 
Editorial Gredos, Madrid. 
Historia 16. 
Monografías de Filología Griega. 
The Journal of Hellenic Studies 
Evidence for Greek Dialect in the Mycenaean Archives 
Historia de la lengua Griega. 
Los Griegos micénicos. 
A history of Ancient Greek : from the biginnings to Late Antiquity. 
Introducción al Griego Micénico. Gramática, selección de textos y glosario 
xsd:integer 18  73 
A escrita Linear B foi utilizada pelos povos micênicos (Civilização Micênica) entre os séculos XV a.C. e XII a.C., derivada provavelmente da escrita denominada Linear A, que por enquanto ainda não foi decifrada. A Linear B foi encontrada talhada em algumas tabuinhas de argila e vasos nos palácios de Pilos, Micenas, Tirinto e Tebas e em Cnossos e Cidônia. O primeiro objeto contendo tais inscrições foi identificado pelo arqueólogo Sir Arthur Evans em 1886, quando ele ainda morava em Oxford. Tendo sido informado que o objeto era originário da ilha de Creta, Evans visitou a ilha em 1893, 1895 e 1896 em companhia do amigo John Myres. Lá ele descobriu que algumas das pequenas tabuinhas estavam sendo usadas pelas mulheres da ilha como adorno, por acreditarem tratar-se de amuletos, denominados γαλόπετρες (galopetres, "pedras de leite"). Em 1896 Evans iniciou as negociações para comprar o terreno de cujas ruínas supostamente se originavam as tabuinhas. Por causa da conturbada situação política da época, ele só pôde concretizar a compra totalmente em 1899. Evans contratou por telegrama Duncan Mackenzie, um arqueólogo de renome, a quem colocou como diretor do projeto e a 23 de março de 1900 as escavações se iniciaram. A partir de 5 de abril, foi localizada uma grande quantidade destas tabuinhas, feito que se repetiu em escavações posteriores durante a década de 1900. Entretanto, a linguagem que elas continham só foi decifrada na década de 1950 pelos arqueólogos de origem inglesa Michael Ventris e John Chadwick. Provavelmente Sir Arthur teria sido capaz de decifrar essa escrita, mas ele acreditava ser uma escrita que não possuía nenhuma relação com o grego arcaico, diferentemente de Ventris e Chadwick, que conseguiram decifrar a escrita Linear B correlacionando-a com o grego antigo. Acredita-se que essa escrita provavelmente era utilizada somente em certos registros como os contábeis, pois nenhum artefato contendo tais inscrições foi encontrado fora das regiões palacianas. 
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