John le Carré

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John le Carré, (Poole, 19 de outubro de 1931), pseudónimo de David John Moore Cornwell, é um escritor britânico. Vive actualmente na Cornualha.Estudou na universidade de Berna na Suíça, e na Universidade de Oxford em Inglaterra, tornando-se depois professor em Eton College antes de se juntar ao corpo diplomático britânico entre 1960 e 1964.A sua experiência nos serviços secretos terminou repentinamente, quando o agente duplo britânico Kim Philby denunciou a identidade de dezenas de espiões compatriotas ao KGB. No entanto o seu primeiro livro ainda seria publicado enquanto estava no (MI6).
John le Carré 
Ficheiro:John le Carre.jpg 
John le Carré 
Inglês 
John Le Carré 
David John Moore Cornwell 
O Espião Que Saiu do Frio 
John le Carré, (Poole, 19 de outubro de 1931), pseudónimo de David John Moore Cornwell, é um escritor britânico. Vive actualmente na Cornualha. Estudou na universidade de Berna na Suíça, e na Universidade de Oxford em Inglaterra, tornando-se depois professor em Eton College antes de se juntar ao corpo diplomático britânico entre 1960 e 1964. A sua experiência nos serviços secretos terminou repentinamente, quando o agente duplo britânico Kim Philby denunciou a identidade de dezenas de espiões compatriotas ao KGB. No entanto o seu primeiro livro ainda seria publicado enquanto estava no (MI6). John le Carré é autor de numerosos livros de espionagem, muitos dos quais apresentam um enredo que se desenvolve no contexto da Guerra Fria. No entanto, o fim da Guerra Fria levou-o a modernizar as temáticas que serviam como pano de fundo aos seus romances, assim, introduziu na sua obra temas como o terrorismo islâmico, a problemática causada pelo desmembramento da União Soviética, a política dos Estados Unidos da América no Panamá e as manobras obscuras da indústria farmacêutica no continente africano. Destacam-se na obra de Le Carré a estrutura extremamente elaborada dos seus romances, sendo as personagens, entre as quais se destacam os agentes George Smiley e Alec Leamas, complexas e profundas, o oposto do estereótipo de espião superficial popularizado pelo James Bond de Ian Fleming. A profundidade humana, a complexidade política e moral, assim como a inteligência dos enredos levaram-no a ser considerado o autor de espionagem mais literário e filosófico do século XX. Na sua intervenção pública, recusou vários prémios e um grau honorífico de "cavaleiro do reino" (knighthood), mantendo sempre uma postura de independência e crítica, que se materializou recentemente nas afirmações contra a guerra ao Iraque. 
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