Joana d'Arc

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Joana d'Arc (em francês: Jeanne d'Arc, [ʒan daʁk]; em italiano: Giovanna D'Arco; ca. 1412 – 30 de maio de 1431), cognominada "A Donzela de Orléans" (em francês: La Pucelle d'Orléans) e também conhecida como Joana d'Arc, a ruiva (em francês: Jeanne d'Arc, la rousse) é uma heroína francesa e santa da Igreja Católica. É a santa padroeira da França e foi uma chefe militar da Guerra dos Cem Anos, durante a qual tomou partido pelos armagnacs, na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses. Foi executada pelos borguinhões em 1431. Camponesa, modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa e também heroína de seu povo, canonizada em 1920, quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva em um auto de fé.
Joana d'Arc 
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xsd:integer 1976  1987  1999  2002 
Edward Lucie-Smith 
Kelly DeVries 
Mrs. Oliphant 
Richard C. Famiglietti 
Régine Pernoud 
S. Joana d'Arc 
Marie-Véronique Clin 
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St. Martin's Press 
AMS Press 
Sutton Publishing 
Allen Lane 
IndyPublish.com 
AMS studies in the Middle Ages, 9 
Heroes of the Nations 
inglês 
Joan of arc miniature graded.jpg 
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Bristol 
Nova Iorque 
Stroud, Gloucestershire 
Santa Joana d'Arc 
"Não tenham dúvida, a hora chega quando Deus quer. Ajam, que Deus agirá!" 
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Joan of Arc 
Royal Intrigue: Crisis at the Court of Charles VI 1392–1420 
Jeanne d'Arc: Her Life and Death 
Joan of Arc: A Military Leader 
Joan of Arc: Her Story 
Virgem d'Orleães 
Virgemd'Orleães 
Joana d'Arc (em francês: Jeanne d'Arc, [ʒan daʁk]; em italiano: Giovanna D'Arco; ca. 1412 – 30 de maio de 1431), cognominada "A Donzela de Orléans" (em francês: La Pucelle d'Orléans) e também conhecida como Joana d'Arc, a ruiva (em francês: Jeanne d'Arc, la rousse) é uma heroína francesa e santa da Igreja Católica. É a santa padroeira da França e foi uma chefe militar da Guerra dos Cem Anos, durante a qual tomou partido pelos armagnacs, na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses. Foi executada pelos borguinhões em 1431. Camponesa, modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa e também heroína de seu povo, canonizada em 1920, quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva em um auto de fé. Segundo a escritora Irène Kuhn, Joana d'Arc foi esquecida pela história até o século XIX, conhecido como o século do nacionalismo, o que pode confirmar as teorias de Ernest Gellner. Irène Kuhn escreveu que foi apenas no século XIX que a França redescobriu esta personagem trágica. François Villon, nascido em 1431, no ano de sua morte, evoca sua lembrança na Ballade des dames du temps jadis ou seja, Balada das damas do tempo passado: Shakespeare retratou-a como uma bruxa; Voltaire escreveu um poema satírico, ou pseudo-ensaio histórico, em que a ridicularizava, intitulado La Pucelle d´Orléans ou "A Donzela de Orléans". Depois da Revolução Francesa, o partido monárquico reavivou a lembrança da boa lorena, que jamais desistiu do seu rei. Joana foi recuperada pelos profetas da "França eterna", em primeiro lugar pelo grande historiador romântico Jules Michelet. Com o romantismo, o alemão Schiller fez dela a heroína da sua peça de teatro Die Jungfrau von Orléans, publicada em 1801. Em 1870, quando a França foi derrotada pela Alemanha, evento que leva à ocupação da Alsácia e da Lorena pelas tropas alemãs, "Jeanne, a pequena pastora de Domrémy, um pouco ingênua", tornou-se a heroína do sentimento patriótico francês. Republicanos e nacionalistas exaltaram aquela que deu a sua vida pela pátria. Durante a primeira fase da Terceira República, no entanto, o culto a Joana d'Arc esteve associado à direita monarquista, da qual era um dos símbolos, como o rei Henrique IV, sendo todavia mal vista pelos republicanos. A Igreja Católica francesa propôs ao Papa Pio X a sua beatificação, que se realizou em 1909, num período dominado pela exaltação do nacionalismo e pelo repúdio ao não nacional, principalmente ao que provinha de Inglaterra ou da Alemanha. O gesto do Papa teve como propósito político fazer a Igreja de França entrar em sintonia política com os dirigentes anticlericais da III República, e só com a Primeira Guerra Mundial, de 1914 a 1918, Joana deixa de ser uma heroína exclusiva da direita. Segundo Irène Kuhn, a partir desse período os "postais patrióticos" mostram Jeanne à cabeça dos exércitos e monumentos seus aparecem como cogumelos por toda a França. O Parlamento francês estabelece uma festa nacional em sua honra no 2º domingo de maio. Em 9 de maio de 1920, cerca de 500 anos depois de sua morte, Joana d'Arc foi definitivamente reabilitada, sendo canonizada pelo Papa Bento XV, como Santa Joana d'Arc. A canonização traduzia o desejo da Santa Sé de estebelecer laços com a França republicana, laica e nacionalista. Em 1922 foi declarada padroeira de França. 
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Santa Joana d'Arc 
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