João Paulo Cuenca

http://pt.dbpedia.org/resource/João_Paulo_Cuenca

João Paulo Cuenca (Rio de Janeiro, 4 de agosto de 1978) é escritor, jornalista, cineasta e dramaturgo brasileiro.Formado em economia pela UFRJ, iniciou sua trajetória literária no Folhetim Bizarro (1999-2001), um blog de diálogos na internet. Ao mesmo tempo começou a escrever o seu primeiro romance, Corpo Presente, publicado pela editora Planeta em 2003. No mesmo ano o autor foi palestrante convidado da 1ª FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty. Nos anos seguintes participou de leituras como escritor convidado na PUC-Rio (2004); UFRJ (2004); Universidade Sorbonne Nouvelle, Paris III, França (2006); Universidade de Columbia, EUA, (2011); Universidade de Princeton, EUA, (2011, 2014); Universidade de Heidelberg, Alemanha, (2012); Universidade de Salzburg, Alemanha, (2012); Universidad
João Paulo Cuenca 
nota 
João Paulo Cuenca (Rio de Janeiro, 4 de agosto de 1978) é escritor, jornalista, cineasta e dramaturgo brasileiro. Formado em economia pela UFRJ, iniciou sua trajetória literária no Folhetim Bizarro (1999-2001), um blog de diálogos na internet. Ao mesmo tempo começou a escrever o seu primeiro romance, Corpo Presente, publicado pela editora Planeta em 2003. No mesmo ano o autor foi palestrante convidado da 1ª FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty. Nos anos seguintes participou de leituras como escritor convidado na PUC-Rio (2004); UFRJ (2004); Universidade Sorbonne Nouvelle, Paris III, França (2006); Universidade de Columbia, EUA, (2011); Universidade de Princeton, EUA, (2011, 2014); Universidade de Heidelberg, Alemanha, (2012); Universidade de Salzburg, Alemanha, (2012); Universidade de Yale, EUA, (2014); Universidade de Brown, EUA, (2013, 2014); UCLA, EUA, (2014); Universidade de Stanford, EUA, (2014); Universidade de Illinois, EUA, (2014), entre outras. Foi convidado para diversos festivais de literatura como "Hay Festival Cartagena de Indias", (Colombia, 2008, 2013); "Correntes d'Escritas", Portugal, (2008, 2009, 2011); "Festival Internacional de Literatura de Berlim", Alemanha, (2012, 2013); Feira do Livro de Frankfurt, Alemanha, (2012, 2013); "Festival Hay Xalapa", México, (2012); "Feira do Livro de Guadalajara", México, (2012); "Festival Brasileiro de Londres", Reino Unido, (2010); "Simpósio de Literatura Brasileira nas Américas", New York, EUA, (2011); "Festival Vivamerica Madrid", Espanha, (2011); Feira do Livro de Madrid, Espanha, (2011); "Feira Internacional do Livro de Lima", Peru, (2014); de várias edições da Bienal do Livro do Rio de Janeiro; entre outras. Em 2007, ano em que foi publicado seu segundo romance, O dia Mastroianni, o autor foi selecionado pelo Festival de Hay e pela organização do Festival Bogotá Capital Mundial do Livro como um dos 39 autores mais destacados da América Latina com menos de 39 anos. J.P. Cuenca escreveu crônicas semanais para a Tribuna da Imprensa e para o Jornal do Brasil entre 2003 e 2005. Teve uma coluna mensal na Revista TPM entre 2004 e 2006. Foi cronista do suplemento Megazine do jornal O Globo entre 2006 e 2010 (ano da publicação, no Brasil, de O único final feliz para uma história de amor é um acidente). Foi também comentarista de cultura na Globo News de 2008 a 2014. Em 2011 ele dá início à sua carreira de dramaturgo: para TV, escreveu em parceria com Cecilia Giannetti e Michel Melamed a série Afinal, o Que Querem as Mulheres?, exibida pela Rede Globo no mesmo ano; e para o teatro escreveu as peças Terror (dirigida por Pedro Brício, com atuação de Nina Morena e João Velho) e Fragmentos . Cuenca foi selecionado em 2012 como um dos 20 melhores jovens escritores da revista britânica Granta, "que indica os nomes que irão construir o mapa da literatura brasileira" . No Brasil, a revista é publicada pelo selo Alfaguara, que pertence à editora Objetiva. Neste mesmo ano a editora LeYa publicou A Última Madrugada, livro em que a cidade é a personagem que figura como foco principal das histórias. A obra reúne crô­ni­cas publi­ca­das em jor­nais entre 2003 e 2010, período em que o autor escre­veu sema­nal­mente para a Tribuna da Imprensa, Jornal do Brasil e O Globo.Ainda em 2012 Cuenca co-criou com Miguel Gonçalves Mendes e Tatiana Salem Levy Nada tenho de meu, trabalho documental baseado em viagem de dois meses ao sudeste asiático, que mistura ficção e realidade. Esta edição foi lançada em DVD/Livro e gerou um seriado de 20 episódios exibidos no Canal Brasil e na RTP Portugal. Em 2013, o projeto que deu origem à obra A morte de J.P. Cuenca, primeiro longa-metragem escrito e dirigido por ele, onde o autor é também ator, ganhou o edital de produção da "Rio Filme" e em seguida participou da 1º Bienalle College do Festival de Veneza. Neste mesmo ano ele foi curador do Café Literário da Feira do Livro da Bahia e escritor residente no Castelo Civitella Ranieri na Itália.Em 2014, ano da filmagem do longa de estreia de J.P. Cuenca, o projeto participou do TorinoFilmLab. Ainda em 2014 ele foi novamente curador de um Café Literário, desta vez em Minas Gerais na Feira do Livro de Belo Horizonte, além de ter sido convidado para ser escritor residente do Programa Avançado de Cultura Contemporânea — PACC — da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A morte de J.P. Cuenca tem a produção assinada por Marina Meliande e Felipe Bragança do selo Duas Mariola e foi selecionado para o Festival do Rio e para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em 2015, pouco antes do filme estrear na Europa através da mostra competitiva principal do importante festival CPH:DOX — Copenhagen International Documentary Festival —, em novembro, na Dinamarca. Também em 2015, o quarto romance de João Paulo Cuenca, Descobri que estava morto, é lançado em Portugal pela Editorial Caminho. Atualmente o autor é colunista semanal do jornal Folha de S.Paulo, espaço que assina desde outubro de 2013. 
xsd:nonNegativeInteger 104 
xsd:integer 704644 
xsd:nonNegativeInteger 14348 
xsd:integer 44679668 

data from the linked data cloud