Iguana-azul

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A iguana-azul ou iguana-da-grande-caimão (Cyclura lewisi) é uma espécie criticamente ameaçada de lagarto do gênero Cyclura endêmico da ilha de Grande Caimão. Anteriormente listada como uma subespécie de iguana-cubana, foi reclassificada como uma espécie distinta em 2004 por causa de diferenças genéticas descobertas quatro anos anteriores. A iguana-azul é uma das espécies com mais longevidade entre os lagartos (possivelmente até 69 anos).
Iguana-azul 
Cyclura lewisi 
Grant, 1940 
C. lewisi 
EN 
Cyclura 
Grand_Cayman_Blue_Iguana.jpg 
Macho de Iguana-azul adulto 
Iguana-azul 
* Cyclura macleayi lewisi (Grant 1940) 
* Cyclura nubila lewisi (Grant 1940) 
* Cyclura nubila lewisi (Schwartz & Thomas 1975) 
EN 
* Cyclura macleayi lewisi (Grant 1940) 
* Cyclura nubila lewisi (Grant 1940) 
* Cyclura nubila lewisi (Schwartz & Thomas 1975) 
* Cyclura nubila lewisi (Grant 1940) * Cyclura macleayi lewisi (Grant 1940) * Cyclura nubila lewisi (Schwartz & Thomas 1975) 
A iguana-azul ou iguana-da-grande-caimão (Cyclura lewisi) é uma espécie criticamente ameaçada de lagarto do gênero Cyclura endêmico da ilha de Grande Caimão. Anteriormente listada como uma subespécie de iguana-cubana, foi reclassificada como uma espécie distinta em 2004 por causa de diferenças genéticas descobertas quatro anos anteriores. A iguana-azul é uma das espécies com mais longevidade entre os lagartos (possivelmente até 69 anos). A iguana-azul prefere povoar lugares rochosos, iluminados, em áreas abertas de floresta secas ou perto da costa, pois as fêmeas cavam buracos na areia para pôr ovos em junho e julho. A dieta herbívora da iguana-azul inclui plantas, frutos e flores. Sua coloração é escura a cinza azulado e é mais acentuada durante o acasalamento, principalmente no sexo masculino. É grande e o corpo é pesado com uma crista dorsal de espinhos curtos que correm a partir da base do pescoço até o fim da cauda. O registro fóssil indica que a iguana-azul era abundante antes da colonização europeia, mas em 2003 menos de 15 animais permaneciam em estado selvagem, e previu-se que esta população selvagem se iria extinguir durante a primeira década do século XXI. O declínio da espécie está sendo impulsionado principalmente por predação por animais domésticos (cães e gatos) e, indiretamente, pela destruição do seu habitat natural, pois fazendas de frutas são convertidas em pastagens para gado. Desde 2004, 219 animais criados em cativeiro foram liberados para a preservação da espécie em Grande Caimão executado por uma parceria liderada pelo Durrell Wildlife Conservation Trust, em uma tentativa para salvar a espécie. Pelo menos cinco organizações sem fins lucrativos estão trabalhando com o governo das Ilhas Caimão para garantir a sobrevivência da iguana-azul. 
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Iguana-azul 
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