I dinastia egípcia

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A primeira dinastia de faraós egípcios faz parte, juntamente com a segunda dinastia, da Época Tinita (os Hórus tinitas - por terem origem em Tis, no Alto Egipto) ou período arcaico da sua história, indo de 3200 a.C. até 2778 a.C (variando estas datas consoante as fontes bibliográficas).A primeira e segunda dinastia são, ainda, unidas sob a designação de "Período Protodinástico", sendo antecedida, por alguns autores, de uma Dinastia 0.
I dinastia egípcia 
A primeira dinastia de faraós egípcios faz parte, juntamente com a segunda dinastia, da Época Tinita (os Hórus tinitas - por terem origem em Tis, no Alto Egipto) ou período arcaico da sua história, indo de 3200 a.C. até 2778 a.C (variando estas datas consoante as fontes bibliográficas). A primeira e segunda dinastia são, ainda, unidas sob a designação de "Período Protodinástico", sendo antecedida, por alguns autores, de uma Dinastia 0. Começou com a unificação do Alto Egipto com o Baixo Egipto. Formava-se, assim, um reino que ia da primeira catarata em Assuão até ao Delta do Nilo, ao longo deste rio. Os documentos históricos que nos chegam desta época são escassos, reduzindo-se a alguns monumentos e alguns objectos que ostentam o nome dos governantes. A chamada "paleta de Narmer" é, sem dúvida, destes objectos, o mais importante e mais discutido. Uma das razões para esta falta de documentação deve-se ao facto de escrita estar, então, em desenvolvimento, não existindo na forma acabada dos hieróglifos que conhecemos hoje. Grandes túmulos reais em Abidos, Naqada e Saqqara, juntamente com os cemitérios em Helouan, perto de Mênfis, revelam estruturas construídas em grande parte de madeira e tijolo de adobe. A pedra era, parcamente, utilizada no revestimento de paredes e do chão. A pedra era aplicada essencialmente na manufactura de ornamentos, recipientes e estátuas. 
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