Harold Bloom

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Harold Bloom (Nova Iorque, 11 de julho de 1930) é um professor e crítico literário estadunidense. O professor ficou conhecido como um humanista porque sempre defendeu os poetas românticos do século XIX, mesmo num tempo em que suas reputações eram muito baixas. É também um crítico de livros de aventura muito imparcial, e muitos acreditam que não tem a mente para ser critico literário cultural, justificando-se, com razão, que tem a "mente fechada para coisas mais fantasiosas, fantasticas e criativas".Bloom é um dos grandes impulsionadores contemporâneos do conceito de Cânone Ocidental.
Harold Bloom 
Nova Iorque, 
Harold Bloom 
O Cânone ocidental 
Harold Bloom (Nova Iorque, 11 de julho de 1930) é um professor e crítico literário estadunidense. O professor ficou conhecido como um humanista porque sempre defendeu os poetas românticos do século XIX, mesmo num tempo em que suas reputações eram muito baixas. É também um crítico de livros de aventura muito imparcial, e muitos acreditam que não tem a mente para ser critico literário cultural, justificando-se, com razão, que tem a "mente fechada para coisas mais fantasiosas, fantasticas e criativas". Bloom é autor de diversas teorias controversas sobre a influência da literatura além de um defensor ferrenho da literatura formalista (a arte pela arte), em oposição a visões marxistas, historicistas, pós-modernas, entre outras.Em Contos e poemas para crianças extremamente inteligentes de todas as idades, coletânea de contos organizada por Bloom e editada em português, Bloom afirma que foi um menino bastante solitário apesar de rodeado por familiares carinhosos, e continua solitário depois de uma vida inteira dedicada ao ensino, à leitura e à escrita. "Mas teria estado bem mais isolado se poemas e histórias não tivessem me alimentado, e se não continuassem a me incentivar", completa.Foi escritor no meio da carreira, mas desistiu, pois suas obras foram miserávelmente recebidas pelo público. Bloom é um dos grandes impulsionadores contemporâneos do conceito de Cânone Ocidental. Shakespeariano, um dos grandes defensores da chamada "bardolatria", escreveu Shakespeare - A Invenção do Humano e Hamlet - Poema Ilimitado, dois grandes ensaios sobre o bardo. Terry Eagleton, teórico da literatura, afirma que "a teoria literária de Bloom representa uma volta apaixonada e desafiadora à ‘tradição’ romântico protestante". Para ele "a crítica de Bloom revela com clareza o dilema do liberal moderno, ou humanista romântico, o fato que não é possível uma reversão a uma fé humana otimista, serena, depois de Marx, Freud e do pós-estruturalismo, mas que por outro lado qualquer humanismo, como o de Bloom, tenha sofrido as pressões agônicas dessas doutrinas". Atualmente leciona humanidades na Yale University e inglês na New York University. 
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