Guerra do Yom Kippur

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Guerra do Yom Kippur (em hebraico: מלחמת יום הכיפורים; transliterado: Milchemet Yom HaKipurim ou מלחמת יום כיפור, Milchemet Yom Kipur; em árabe: حرب أكتوبر‎, transl. ħarb October, ou حرب تشرين, ħarb Tishrin), também conhecida como Guerra Árabe-Israelense de 1973, Guerra de Outubro, Guerra do Ramadão (Ramadã, na forma brasileira) ou ainda Quarta guerra Árabe-Israelense, foi um conflito militar ocorrido de 6 de outubro a 26 de outubro de 1973, entre uma coalizão de estados árabes liderados por Egipto e Síria contra Israel. O episódio começou com um ataque inesperado do Egipto e Síria. Coincidindo com o dia do feriado judaico Yom Kippur, Egipto e Síria cruzaram as linhas de cessar-fogo no Sinai e nas colinas do Golã, respectivamente, que vinham capturadas, por Israel, já em 1967 durante a Gue
Guerra do Yom Kippur 
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Abd-Al-Minaam Khaleel 
Abdel Ghani el-Gammasy 
Abdul Munim Wassel 
Abu Zikry 
Anwar Sadat 
Ariel Sharon 
Benjamin Peled 
David Elazar 
General Shakkour 
Mohammed Aly Fahmy 
Mustafa Tlass 
Naji Jamil 
Shmuel Gonen 
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Mapa descritivo dos conflitos Árabe-israelenses. 
Yom Kippur War map-2.png 
Oriente Médio: Península do Sinai, Colinas de Golã e redondezas. 
* Análise do Ocidente 
** Análise de Israel 
Vitória tática de Israel e cessar-fogo com a RCSNU 338 levando à Conferência de Genebra 
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Iraque: 60 000 soldados, 700 tanques, 500 blindados, 200 unid. de artilharia, 73 aeronaves 
Síria: 150 000 soldados , 1 400 tanques, 800–900 blindados, 600 unid. de artilharia, 350 aeronaves, 36 helicópteros, 21 barcos da Marinha, 
Egipto: 800 000 soldados , 2 400 tanques, 2 400 blindados, 1 120 unid. de artilharia, 690 aeronaves, 161 helicópteros, 104 barcos da Marinha, 
Guerra do Yom Kippur 
102 aviões destruídos 
19 540* – 35 000** feridos 
2 250 tanques destruídos ou capturados 
2 656 mortos 
400 tanques destruídos 
432 aviões destruídos 
600 tanques quebrados/ retornados ao serviço 
7 250 feridos 
8 528* – 15 000** mortos 
* Análise do Ocidente 
** Análise de Israel 
Vitória tática de Israel e cessar-fogo com aRCSNU 338levando àConferência de Genebra 
Egipto: 800 000 soldados (300 000 posicionados), 2 400 tanques, 2 400 blindados, 1 120 unid. de artilharia, 690 aeronaves, 161 helicópteros, 104 barcos da Marinha, 
1 500 tanques, 
3 000 blindados 
38 barcos da Marinha 
415 000 soldados 
561 aeronaves 
84 helicópteros 
945 unid. de artilharia 
Iraque: 60 000 soldados, 700 tanques, 500 blindados, 200 unid. de artilharia, 73 aeronaves 
Síria: 150 000 soldados (60 000 posicionados), 1 400 tanques, 800–900 blindados, 600 unid. de artilharia, 350 aeronaves, 36 helicópteros, 21 barcos da Marinha, 
Guerra do Yom Kippur (em hebraico: מלחמת יום הכיפורים; transliterado: Milchemet Yom HaKipurim ou מלחמת יום כיפור, Milchemet Yom Kipur; em árabe: حرب أكتوبر, transl. ħarb October, ou حرب تشرين, ħarb Tishrin), também conhecida como Guerra Árabe-Israelense de 1973, Guerra de Outubro, Guerra do Ramadão (Ramadã, na forma brasileira) ou ainda Quarta guerra Árabe-Israelense, foi um conflito militar ocorrido de 6 de outubro a 26 de outubro de 1973, entre uma coalizão de estados árabes liderados por Egipto e Síria contra Israel. O episódio começou com um ataque inesperado do Egipto e Síria. Coincidindo com o dia do feriado judaico Yom Kippur, Egipto e Síria cruzaram as linhas de cessar-fogo no Sinai e nas colinas do Golã, respectivamente, que vinham capturadas, por Israel, já em 1967 durante a Guerra dos Seis Dias. Inversamente ao fator surpresa, usado pelos israelenses na Guerra dos Seis Dias durante os primeiros dias, egípcios e sírios avançaram recuperando partes de seus territórios. O cenário começou a se inverter para o lado de Israel na segunda semana de lutas, quando os israelenses fizeram os sírios retrocederem nas colinas de Golã enquanto o Egito mantinha sua posição no Sinai, fechando a comunicação entre a linha Bar-Lev e Israel, porém este também sem comunicação com o Egito. Ao sul do Sinai, os israelenses encontraram uma "brecha" entre os exércitos egípcios e conseguiram cruzar para o lado oeste do canal de Suez no local onde a a grande muralha Bar-Lev não havia sido tomada, e ameaçaram a cidade egípcia de Ismaília. Este desenvolvimento levou as duas superpotências da época, os EUA, defender os interesses de Israel, e a URSS, dos países árabes, a uma tensão diplomática. Mas um cessar-fogo das Nações Unidas entrou em vigor de forma cooperativa em 25 de outubro de 1973 [6] . Ao término das hostilidades, as forças israelenses, já recuperadas das baixas iniciais e com um esmagador poderio militar, haviam adentrado profundamente no território dos arabes e encontravam-se a 40 km de Damasco, capital da Síria, a qual foi intensamente bombardeada, e 101 km do Cairo, capital egípcia. 
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Guerra do Yom Kippur 
Conflito Árabe-Israelense 
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