Guerra Colonial Portuguesa

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Designa-se por Guerra Colonial, Guerra do Ultramar (designação oficial portuguesa do conflito até ao golpe de estado ou revolução de 25 de Abril), ou Guerra de Libertação (designação mais utilizada pelos africanos independentistas), o período de confrontos entre as Forças Armadas Portuguesas e as forças organizadas pelos movimentos de libertação das antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, entre 1961 e 1974. Na época, era também referida vulgarmente em Portugal como Guerra de África.
Guerra Colonial Portuguesa 
xsd:integer 1978  1985 
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xsd:integer 15507 
xsd:integer 50000 
>10.000 mortos em Moçambique 
~4.000 feridos na Guiné-Bissau 
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xsd:integer 23 
Angola: 
António Augusto dos Santos , Kaúlza de Arriaga 
António de Spínola 
Francisco da Costa Gomes 
Guiné-Bissau: 
Moçambique: 
Eduardo Mondlane Filipe Samuel Magaia Samora Moïses Machel 
Guerra do Ultramar 
xsd:integer 1961 
Manchester University Press 
University of California Press 
xsd:integer 10  10000  18000  32000  38000  51000  65000  148000 
xsd:integer 350 
xsd:integer
Manchester 
Angola, Guiné-Bissau e Moçambique 
Berkeley & Los Angeles 
inglês 
Guerra Colonial Portuguesa 
Gerald J. 
Gervase 
harv 
Entrega das colónias aos movimentos de independência africana após a Revolução dos Cravos, em Lisboa. 
Bender 
Clarence-Smith 
The third Portuguese empire, 1825-1975: a study in economic imperialism 
Angola under the Portuguese: the myth and the reality 
http://books.google.pt/books?id=LA28AAAAIAAJ&pg=PA114&dq=Clarence-Smith+1985&hl=pt-PT#v=onepage&q=Clarence-Smith%201985&f=false 
http://books.google.com/books?id=G8j5ja5mOFEC&printsec=frontcover&dq=related:ISBN0896802485&hl=pt-PT#v=onepage&q=1878&f=false 
xsd:integer 22 
Bulgária 
Congo 
Egito 
Etiópia 
Líbia 
Marrocos 
Portugal 
África do Sul 
Jugoslávia 
Polônia 
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Checoslováquia 
FRELIMO 
22pxFLEC 
22pxFNLA 
22pxMLSTP 
22pxMPLA 
22pxUNITA 
22px|borderPAIGC 
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Bulgária 
Checoslováquia 
Congo 
Egito 
Etiópia 
FRELIMO 
Jugoslávia 
Líbia 
Marrocos 
Movimentos de independência 
Polônia 
Portugal 
África do Sul 
Entrega das colónias aosmovimentos de independênciaafricanaapós aRevolução dos Cravos, emLisboa. 
10-15.000 em Moçambique 
10.000 na Guiné-Bissau 
148.000 
18.000 em Angola 
32.000 na Guiné-Bissau 
38.000-53.000 + ? Guerrilha 
51.000 em Moçambique 
65.000 em Angola 
Parte da Guerra Fria e dos Movimentos de Independência Africanos 
Designa-se por Guerra Colonial, Guerra do Ultramar (designação oficial portuguesa do conflito até ao golpe de estado ou revolução de 25 de Abril), ou Guerra de Libertação (designação mais utilizada pelos africanos independentistas), o período de confrontos entre as Forças Armadas Portuguesas e as forças organizadas pelos movimentos de libertação das antigas províncias ultramarinas de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, entre 1961 e 1974. Na época, era também referida vulgarmente em Portugal como Guerra de África. O início deste episódio da história militar portuguesa ocorreu em Angola, a 4 de Fevereiro de 1961, na zona que viria a designar-se por Zona Sublevada do Norte, que corresponde aos distritos do Zaire, Uíje e Quanza-Norte. A Revolução dos Cravos em Portugal, a 25 de Abril de 1974, determinou o seu fim. Com a mudança do rumo político do país, o empenhamento militar das forças armadas portuguesas nos teatros de operações deixou de fazer sentido. Os novos dirigentes anunciavam a democratização do país e predispunham-se a aceitar as reivindicações de independência das colónias — pelo que se passaram a negociar as fases de transição com os movimentos de libertação empenhados na luta armada. Ao longo do seu desenvolvimento foi necessário aumentar progressivamente a mobilização das forças portuguesas, nos três teatros de operações, de forma proporcional ao alargamento das frentes de combate que, no início da década de 1970, atingiria o seu limite crítico. Pela parte portuguesa, a guerra sustentava-se pelo princípio político da defesa daquilo que considerava território nacional, baseando-se ideologicamente num conceito de nação pluricontinental e multi-racial. Pelo outro lado, os movimentos de libertação justificavam-se com base no princípio inalienável de autodeterminação e independência, num quadro internacional de apoio e incentivo à luta. 
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Guerra Colonial Portuguesa 
Parte daGuerra Friae dosMovimentos de Independência Africanos 
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