Getz/Gilberto

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Getz/Gilberto é um álbum de jazz e bossa nova lançado em 1964 pelo violonista brasileiro João Gilberto e pelo saxofonista estadunidense Stan Getz, com participação especial de Tom Jobim no piano e Astrud Gilberto nos vocais de algumas faixas. As gravações foram realizadas em dois dias de 1966 como resultado de um jazz em período comercial crítico buscando se reinventar e uma bossa nova em declínio no Brasil, mas a ser descoberta no exterior como música popular brasileira efervescente.
Getz/Gilberto 
right 
Stan Getz e João Gilberto 
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Março de 1964 
Getz/Gilberto 
"E foi justamente por não temer as influências e por ter tido a coragem de atualizar a nossa música com a assimilação das conquistas do jazz [...] que a bossa-nova deu a virada sensacional na música brasileira, fazendo com que ela passasse, logo mais, de influenciada a influenciadora do jazz [...]" 
sim 
Augusto de Campos, 1968. 
estúdio 
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MusicHound 
Music Story 
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Getz/Gilberto é um álbum de jazz e bossa nova lançado em 1964 pelo violonista brasileiro João Gilberto e pelo saxofonista estadunidense Stan Getz, com participação especial de Tom Jobim no piano e Astrud Gilberto nos vocais de algumas faixas. As gravações foram realizadas em dois dias de 1966 como resultado de um jazz em período comercial crítico buscando se reinventar e uma bossa nova em declínio no Brasil, mas a ser descoberta no exterior como música popular brasileira efervescente. É considerado o disco que popularizou a bossa nova em todo o mundo. Em contrapartida, tornou-se um dos álbuns de jazz mais vendidos de todos os tempos e o primeiro a receber o Grammy de Melhor Disco do Ano em 1965. Todas as gravações tornaram-se clássicas, incluindo "Desafinado" (Jobim/Newton Mendonça), "Corcovado" (Jobim), e sobretudo "Garota de Ipanema" (Jobim/Vinicius de Moraes), que, além de receber o Grammy de Melhor Canção do Ano, revelou a voz desconhecida de Astrud Gilberto, lançando-a no estrelato e popularizando para sempre a canção no mundo todo. "Doralice" (Dorival Caymmi/Antônio Almeida) e "Para Machucar Meu Coração" (Ary Barroso) reforçavam o respeito de Gilberto e Jobim à tradição sambista pré-bossa nova. A união de música sofisticada com apelo popular tornou o disco unanimidade entre a crítica especializada e completo sucesso de vendas comerciais. Getz/Gilberto vendeu mais de dois milhões de cópias em 1964 e a qualidade do disco garantiu que ele fosse listado posteriormente entre os melhores de compêndios e revistas como Rolling Stone e Vibe. O balanço sambístico da bossa, o minimalismo de Jobim e Gilberto, acrescidos da voz contida e cool de Astrud Gilberto e dos improvisos jazzísticos de Getz garantiram a louvação do disco por parte de músicos e do público em geral ao longo dos anos. 
Inglês,português 
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