Francisco de Paula Brochado da Rocha

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Francisco de Paula Brochado da Rocha (Porto Alegre, 8 de agosto de 1910 — Porto Alegre, 26 de setembro de 1962) foi um advogado, professor e político brasileiro. Foi também professor no ensino médio.Era filho do ex-prefeito portoalegrense Otávio Rocha e Inácia Brochado da Rocha e irmão de Antônio Brochado da Rocha e José Diogo Brochado da Rocha. Ainda estudante, participou da Revolução de 1930, quando foi ferido durante o assalto ao quartel-general do III Exército, na Rua da Praia, em Porto Alegre, em 3 de outubro. Em decorrência do ferimento, perdeu um pé e passou a usar uma prótese mecânica.
Francisco de Paula Brochado da Rocha 
xsd:integer 1962 
Brochado-rocha.jpg 
a 18 de setembro de 1962 
de 12 de julho de 1962 
Brochado da Rocha 
Jurema Caruso da Rocha 
Primeiro-ministro do Brasil 
Primeiro-ministrodoBrasil 
Francisco de Paula Brochado da Rocha (Porto Alegre, 8 de agosto de 1910 — Porto Alegre, 26 de setembro de 1962) foi um advogado, professor e político brasileiro. Foi também professor no ensino médio. Era filho do ex-prefeito portoalegrense Otávio Rocha e Inácia Brochado da Rocha e irmão de Antônio Brochado da Rocha e José Diogo Brochado da Rocha. Ainda estudante, participou da Revolução de 1930, quando foi ferido durante o assalto ao quartel-general do III Exército, na Rua da Praia, em Porto Alegre, em 3 de outubro. Em decorrência do ferimento, perdeu um pé e passou a usar uma prótese mecânica. Em 1932 diplomou-se pela Faculdade de Direito de Porto Alegre, hoje pertencente à Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde mais tarde seria professor catedrático de Direito Constitucional. Foi procurador da prefeitura de Porto Alegre, eleito deputado estadual pelo PSD para a 38ª Legislatura da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, de 1947 a 1951. Foi titular das secretarias estaduais de Educação e Cultura, e do Interior e Justiça, durante o governo Leonel Brizola no Rio Grande do Sul. Participou ativamente da Campanha da Legalidade, em 1961, fazendo a ligação entre o governo Brizola e setores nacionalistas do III Exército, que viria a apoiar o movimento que garantiu a posse de João Goulart, após a renúncia de Jânio Quadros. No âmbito federal, foi consultor da República, membro do Conselho Federal de Ensino, Ministro da Fazenda e presidente do Conselho de Ministros (12 de julho de 1962 a 18 de setembro de 1962) durante o breve regime parlamentar que se seguiu à posse de Jango. Como presidente do Conselho, trabalhou para abreviar a experiência parlamentarista já vista como praticamente condenada. Morreu oito dias depois de deixar o poder. 
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Brochado da Rocha 
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