Francisco da Costa Gomes

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Francisco da Costa Gomes (Chaves, 30 de Junho de 1914 — Lisboa, 31 de Julho de 2001) foi um militar e político português. Foi o décimo-quinto Presidente da República Portuguesa, o segundo após a Revolução dos Cravos.
Francisco da Costa Gomes 
xsd:integer 2008  2014 
xsd:integer 29  1974 
Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra 
Entrevista de Maria Manuela Cruzeiro 
Esfera dos Livros 
D. Quixote 
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a 13 de julho de 1976 
Francisco da Costa Gomes 
nenhum 
Portugal 
de 
Maria Estela Veloso de Antas Varajão 
Luís Nuno 
militar 
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harv 
No centro da tempestade 
O Último Marechal 
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Costa Gomes 
Marechal Costa Gomes 
Rodrigues 
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Universidade do Porto 
15. 
Francisco da Costa Gomes (Chaves, 30 de Junho de 1914 — Lisboa, 31 de Julho de 2001) foi um militar e político português. Foi o décimo-quinto Presidente da República Portuguesa, o segundo após a Revolução dos Cravos. Proveniente de uma família numerosa, de onze filhos e filhas, muito cedo fica órfão de pai, o que o leva, por falta de posses, a ingressar no colégio militar e mais tarde a seguir a carreira das armas, carreira essa que, o próprio diria mas tarde: "se pudesse não teria seguido.” Militar sempre preocupado com a paz, de perfil civilista, indo ao pormenor de, sintomática e simbolicamente, restringir o uso da farda apenas às ocasiões em que tal lhe era exigido, é no entanto, ironicamente na Guerra Colonial de entre os grandes cabos de guerra, o mais renitente em utilizar a força bélica em grandes e pequenas operações, sendo paradoxalmente o que mais êxito teve em termos operacionais e bélicos. Costa Gomes foi, com uma antecedência assinalável, em 1961, o primeiro chefe militar a defender claramente que a solução para a guerra colonial era política e não militar, não obstante cumpriu com brilhantismo as suas funções como comandante militar da 2.ª Região Militar de Moçambique, entre 1965 e 1969 (primeiro, como segundo-comandante, depois, como comandante) e, seguidamente, como comandante da Região Militar de Angola. Costa Gomes foi de grande eficácia ao conseguir mitigar a capacidade militar e operacional dos movimentos de libertação. No caso de Angola, é reconhecido por muitos que, em 1974, o território estava praticamente pacificado e os movimentos de guerrilha tinham em vista a sua capacidade militar reduzida a quase nada. Após o 28 de Setembro de 1974, com o afastamento do general Spínola Costa Gomes é nomeado para a Presidência da República onde lhe caberá a difícil missão de conciliador de partes em profunda desavença, com visões do mundo radicais e em defrontação, algumas verdadeiramente inconciliáveis. Levará sobre os seus ombros tudo quanto se irá passar até ao Golpe de 25 de Novembro de 1975, onde lhe coube o papel capital de impedir a radicalização dos conflitos poupando o país a enfrentamentos violentos e uma possível guerra civil. Costa Gomes é considerado um dos principais obreiros da instauração da democracia em Portugal. 
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