Francisco I de França

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Francisco I (Cognac, 12 de setembro de 1494 – Rambouillet, 31 de março de 1547), também conhecido como Francisco, o Rei-Cavaleiro, o Pai e Restaurador das Cartas e o de Nariz Comprido, foi o Rei da França de 1515 até sua morte. Era filho de Carlos d'Orléans, Conde de Angoulême, e Luísa de Saboia. Ele sucedeu seu primo e cunhado Luís XII, que morreu sem deixar herdeiros.
Francisco I de França 
xsd:integer 18  1515 
King Francis I Signature.svg 
unido à coroa 
Carlos II, Duque de Orleães 
Carlota de Valois 
Luísa de Valois 
François Ier Louvre.jpg 
xsd:integer 245 
Castelo de Cognac, Cognac, Charente, França 
Francisco I 
Esposas 
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(com Cláudia I) 
como "Francisco III" 
jure uxoris Duque da Bretanha 
Francisco I (Cognac, 12 de setembro de 1494 – Rambouillet, 31 de março de 1547), também conhecido como Francisco, o Rei-Cavaleiro, o Pai e Restaurador das Cartas e o de Nariz Comprido, foi o Rei da França de 1515 até sua morte. Era filho de Carlos d'Orléans, Conde de Angoulême, e Luísa de Saboia. Ele sucedeu seu primo e cunhado Luís XII, que morreu sem deixar herdeiros. Francisco pertencia à casa dos Valois dinastia que levou ao trono. Foi filho único de Carlos I de Valois ou Carlos d'Orléans-Angoulême (1459 - 1º de Janeiro de 1496), morto em Châteauneuf-en-Angoumois e sepultado na catedral de Angoulême. Era Conde de Angoulême, de Beaumont[desambiguação necessária], do Luxemburgo, Conde de Soissons, Barão de Coucy, conde do Perigord, Governador da Aquitânia ou Guyenne. Francisco tornou-se conde de Angoulême em 1496, depois Duque de Valois, duque de Milão, senhor de Asti, Duque da Bretanha (por direito da mulher, a princesa Cláudia). Herdou o trono não como genro, pois a Lei Sálica não permitia sucessão feminina, mas como primo de Luís XII, que não tivera herdeiros varões. Não foi Delfim, mas foi Rei. Francisco I foi um grande mecenas e ajudou a difundir o Renascimento na França. Convidou a vir à França os grandes artistas da Itália, como Leonardo da Vinci, Rosso, Primaticcio, Benvenuto Cellini, Andrea del Sarto. Deu início ao atual palácio do Louvre, construiu ou redecorou os castelos de Fontainebleau e Chambord, foi o patrono dos poetas Jean Marot e Jean du Bellay. Seu mais importante serviço ao humanismo foi ter fundado o Colégio de França ou Collège de France, que inicialmente se destinava ao ensino das línguas hebraica, grega, latina. Fundou a Imprensa Real ou Imprimerie Royale. Entretanto, embora permitisse o desenvolvimento, nos círculos intelectuais, de certas ideias protestantes, ao mesmo tempo em que se propagava o Humanismo, depois de 1534 foi hostil à propagação do Protestantismo entre o povo, como se nota por sua perseguição em 1545 dos «Vaudois» de Chabrières e Mérindol. Deixou poemas interessantes que os críticos consideram medíocres. Seu túmulo e o de sua esposa a Rainha Cláudia (que deixou batizada uma espécie de ameixa verde que muito apreciava), em St. Denis, foram desenhados por Philibert Delorme e realizados por Pierre Bontemps. 
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Francisco I 
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