Eudemonismo

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'Eudemonismo (do grego antigo εὐδαιμονισμός, translit. eudaimonismós; de εὐδαιμονία, eudaimonia, derivado de εὐδαίμων, eudaimon, termo composto de εὖ 'bem', 'bom' e δαίμων, transl. daemon 'gênio', 'divindade menor' ou 'destino' ) é toda doutrina que considera a busca de uma vida plenamente feliz - seja em âmbito individual seja coletivo - o princípio e fundamento dos valores morais, julgando eticamente positivas todas as ações que conduzam o homem à felicidade. É toda doutrina moral que, recolocando o bem na felicidade (eudaimonia), persegue-a como um fim natural da vida humana. Segundo Abbagnano, eudemonismo é toda doutrina que assume a felicidade como princípio e fundamento da vida moral
Eudemonismo 
'Eudemonismo (do grego antigo εὐδαιμονισμός, translit. eudaimonismós; de εὐδαιμονία, eudaimonia, derivado de εὐδαίμων, eudaimon, termo composto de εὖ 'bem', 'bom' e δαίμων, transl. daemon 'gênio', 'divindade menor' ou 'destino' ) é toda doutrina que considera a busca de uma vida plenamente feliz - seja em âmbito individual seja coletivo - o princípio e fundamento dos valores morais, julgando eticamente positivas todas as ações que conduzam o homem à felicidade. É toda doutrina moral que, recolocando o bem na felicidade (eudaimonia), persegue-a como um fim natural da vida humana. Segundo Abbagnano, eudemonismo é toda doutrina que assume a felicidade como princípio e fundamento da vida moral O eudemonismo distingue-se do hedonismo, segundo o qual, o fim da ação humana é a obtenção do prazer imediato, entendido como gozo (pela escola cirenaica, de Aristipo) ou entendido como ausência de dor (segundo a concepção epicurista).. O eudemonismo foi sustentado por todos os filósofos da Antiguidade, apesar das diferenças acerca da concepção de felicidade de cada um deles. Segundo Aristóteles: Em oposição às concepções segundo as quais o homem deve procurar outros valores além da felicidade (a verdade, a justiça, a santidade, sexo etc), o eudemonismo engloba as doutrinas éticas (de Aristóteles, Epicuro, Montaigne, Espinoza, Diderot) que fazem da felicidade o valor supremo e o critério último de escolha das ações humanas. O eudemonismo funda-se sobre uma confiança geral no homem, que continua a ser a chave insubstituível do humanismo. A doutrina concentra-se sobre esta oportunidade única de desenvolvimento pleno que constitui a vida terrestre e é, por conseguinte, ao sucesso desta vida, à felicidade imediata ou racionalizada por um tempo longo, tanto a própria quanto a de outrem, que a ação humana consagra logicamente o seu esforço. O aristotelismo é um eudemonismo intelectualista que coloca a felicidade na satisfação ligada à contemplação da verdade pelo espírito. O epicurismo é um eudemonismo hedonista que coloca a felicidade no prazer sensível do corpo mas também na prática da filosofia, único meio de liberar a alma dos seus tormentos e alcançar a serenidade e a amizade. O espinozismo, por sua vez, coloca a felicidade na alegria de compreender a natureza, no amor de si e do mundo e no poder da razão, que permite viver livre de paixões. 
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