Estrato (linguística)

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{Ver desambig||Estrato}}Na linguística, um estrato ou estratos (do latim stratum, significando camada) é uma língua que influencia ou é influenciada por outra através de contacto. Um substrato é uma lingua que tem menor poder ou influência do que outra, enquanto um superestrato é uma língua que tem maior presença ou influência. Substrato e superestrato influenciam-se mutuamente, mas de formas diferentes. Um adstrato refere-se a uma linguagem que está em contato com outro idioma de uma população vizinha, sem por isso ter uma influência identificável maior ou menor.
Estrato (linguística) 
{Ver desambig||Estrato}}Na linguística, um estrato ou estratos (do latim stratum, significando camada) é uma língua que influencia ou é influenciada por outra através de contacto. Um substrato é uma lingua que tem menor poder ou influência do que outra, enquanto um superestrato é uma língua que tem maior presença ou influência. Substrato e superestrato influenciam-se mutuamente, mas de formas diferentes. Um adstrato refere-se a uma linguagem que está em contato com outro idioma de uma população vizinha, sem por isso ter uma influência identificável maior ou menor. Estes termos referem-se à situação em que uma linguagem intrusiva se estabelece no território de outra, geralmente como resultado de uma migração. As situações em que ocorre o superestrato (a língua local persiste e a língua intrusiva desaparece) ou o substrato (a língua local desaparece e a linguagem intrusiva persiste) só serão evidentes após várias gerações, tempo ao longo do qual a linguagem intrusiva se mantém numa cultura de diáspora. Para a linguagem intrusiva persistir (caso do substrato), a população imigrante precisará assumir a posição política de elite ou imigrar em número significativo em relação à população local. (Isto é, a intrusão qualifica-se como uma invasão ou colonização, um exemplo seria o latim do Império Romano originando as línguas românicas fora da península Itálica, sobrepondo-se às línguas paleo-hispânicas, como a língua lusitana). O caso do superestrato refere-se a populações elites populacionais que acabam por adotar a linguagem local (por exemplo os suevos e visigodos na península Ibérica, que acabaram por abandonar os seus dialetos germânicos em favor dos românicos). 
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