Encyclopédie

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Encyclopédie, ou dictionnaire raisonné des sciences, des arts et des métiers foi uma das primeiras enciclopédias que alguma vez existiram, tendo sido publicada na França no século XVIII. Os últimos volumes foram publicados em 1772.Esta grande obra, compreendendo 35 volumes, 71 818 artigos, e 2 885 ilustrações, foi editada por Jean le Rond d'Alembert e Denis Diderot. D'Alembert deixou o projeto antes do seu término, sendo os últimos volumes obra de Diderot. Muitas das mais notáveis figuras do iluminismo francês contribuíram para a obra, incluindo Voltaire, Rousseau, e Montesquieu.
Encyclopédie 
Encyclopédie, ou dictionnaire raisonné des sciences, des arts et des métiers foi uma das primeiras enciclopédias que alguma vez existiram, tendo sido publicada na França no século XVIII. Os últimos volumes foram publicados em 1772. Esta grande obra, compreendendo 35 volumes, 71 818 artigos, e 2 885 ilustrações, foi editada por Jean le Rond d'Alembert e Denis Diderot. D'Alembert deixou o projeto antes do seu término, sendo os últimos volumes obra de Diderot. Muitas das mais notáveis figuras do iluminismo francês contribuíram para a obra, incluindo Voltaire, Rousseau, e Montesquieu. Os escritores da enciclopédia viram-na como a destruição das superstições e o acesso ao conhecimento humano. Foi um sumário quintessencial do pensamento e das ideias do iluminismo. Na França do Ancien Régime, no entanto, causaria uma tempestade de controvérsia. Isto foi devido em parte pela sua tolerância religiosa. A enciclopédia elogiava pensadores protestantes e desafiava os dogmas da Igreja Católica Romana. A obra foi banida na totalidade, mas como tinha apoiantes em altos cargos, o trabalho continuou, e cada volume posterior foi entregue clandestinamente aos subscritores. Foi também um vasto compêndio das tecnologias do período, descrevendo os instrumentos manuais tradicionais bem como os novos dispositivos da Revolução Industrial no Reino Unido. A Encyclopédie desempenhou um papel importante na actividade intelectual anterior à Revolução Francesa. Em 1750, o título completo era "Encyclopédie, ou Dictionnaire raisonné des sciences, des arts et des métiers, par une société de gens de lettres, mis en ordre par M. Diderot de l'Académie des Sciences et Belles-Lettres de Prusse, et quant à la partie mathématique, par M. d'Alembert de l'Académie royale des Sciences de Paris, de celle de Prusse et de la Société royale de Londres". A página-título foi emendada à medida que d'Alembert adquiriu novos títulos. A Encyclopédie continha uma taxonomia do conhecimento humano (ver fig. 2) que era inspirada no "Advancement of Learning" de Francis Bacon. Nele, os três ramos principais do conhecimento são "Memória"/História, "Razão/Filosofia", e "Imaginação"/Poesia. Notável o facto de a Teologia se encontrar dentro (abaixo) da "Filosofia". Robert Darnton afirma que esta categorização da religião como sujeita à razão humana foi um factor significante na controvérsia que envolveu a obra. Note-se também que "Conhecimento de Deus" está a poucos nódulos de distância de 'Divinação' e 'Magia Negra'. 
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