Economia heterodoxa

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Economia heterodoxa é uma categoria que se refere a abordagens ou escolas de pensamento econômico que são consideradas fora da economia ortodoxa. A economia heterodoxa é uma expressão ampla que cobre campos, projetos ou tradições separados e às vezes distantes, que incluem o (antigo) institucionalismo, a economia pós-keynesiana, feminista, marxiana e austríaca, dentre outras.Um estudo sugere quatro fatores chaves como importantes para o estudo da economia pelos economistas heterodoxos: história, sistemas naturais, incerteza e poder.
Economia heterodoxa 
Economia heterodoxa é uma categoria que se refere a abordagens ou escolas de pensamento econômico que são consideradas fora da economia ortodoxa. A economia heterodoxa é uma expressão ampla que cobre campos, projetos ou tradições separados e às vezes distantes, que incluem o (antigo) institucionalismo, a economia pós-keynesiana, feminista, marxiana e austríaca, dentre outras. Enquanto a economia ortodoxa pode ser definida em torno do nexo "equilíbrio-racionalidade-individualismo" [carece de fontes], a economia heterodoxa pode ser definida em termos de um nexo "estrutura histórico-social-institucional". Perceba que existe uma ênfase distinta ao se distinguir as economias ortodoxas e heterodoxas dessa maneira em comparação com a interpretação dessa divisão como sendo entre um sistema-fechado em oposição a um sistema-aberto, respectivamente (Lawson,1997); (Dow, 2000) É difícil definir a economia heterodoxa. A Confederação Internacional das Associações pelo Pluralismo na Economia (CIAPE) tem prudentemente evitado dar definições muito precisas para a "heterodoxia", escolhendo afirmar sua missão como sendo a de "promover o pluralismo na economia".[carece de fontes] Todos os tipos de socialismo são considerados heterodoxos, mas nem todas as escolas heterodoxas são socialistas. Um desafio central para a heterodoxia é se auto-definir de forma mais precisa do que simplesmente economia não-neoclássica. Ao definir um denominador comum no "comentário crítico" alguns economistas heterodoxos, como Steve Cohn (Knox College, USA), tem tentado fazer três coisas: (1) identificar idéias compartilhadas que gerem um padrão de crítica heterodoxa através de tópicos e capítulos de textos didáticos introdutórios de macroeconomia; (2) dar atenção especial a idéias que liguem diferenças metodológicas com diferenças em relação à formulação de políticas; e (3) caracterizar as semelhanças de maneira que permita que paradigmas distintos desenvolvam diferenças comuns com a economia dos livros didáticos de diferentes formas. Os heterodoxos aceitam a intervenção do estado, enquanto que os ortodoxos acreditam no livre equilibrio entre oferta e demanda. Um estudo sugere quatro fatores chaves como importantes para o estudo da economia pelos economistas heterodoxos: história, sistemas naturais, incerteza e poder. No Brasil, as principais instituições de ensino que seguem a tradição heterodoxa é o Institutos de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), apesar dessa última se enquadrar no ensino plural da economia, ensinando tanto expoentes da Escola Heterodoxa, quanto da Escola Ortodoxa. Já dentre os economistas heterodoxos no Brasil tem-se em Celso Furtado, Luiz Gonzaga Belluzzo e Maria da Conceição Tavares os principais nomes dessa escola de pensamento, mas também sendo representada por Jorge Miglioli, Wilson Cano, Mário Possas, João Manuel Cardoso de Mello, Luciano Coutinho, Aloisio Teixeira, Carlos Lessa, além de outros nomes importantes no pensamento econômico brasileiro. 
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