Economia da República Popular da China

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A economia da República Popular da China é a segunda maior do mundo, superada somente pelos Estados Unidos. Seu produto interno bruto (PIB) nominal é estimado em US$8,2 trilhões (dados de 2012), enquanto seu poder de compra foi calculado em 2012 em pouco mais de US$12,4 trilhões, mais do que qualquer outro país no mundo, com exceção apenas dos Estados Unidos.O país é o 26º no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial.
Economia da República Popular da China 
right 
ano calendário 
Category:Economy of China 
<perCent> 6.4 
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vertical 
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Equipamentos de escritório e de processamento de dados, equipamentos de telecomunicações, equipamentos elétricos, tecidos e vestuário, outras manufaturas 
O Z-10 em manobra durante um exercício de treinamento. 
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Changhe WZ-10.jpg 
WZ-10.jpg 
xsd:gMonthDay --01-02 
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Equipamentos elétricos , Petróleo e derivados , Instrumentos profissionais e científicos , Minérios metálicos , Equipamentos de escritório e de processamento de dados 
aço, ferro, alumínio, entre outros metais; carvão, maquinaria, têxtil e vestuários em geral; petróleo, cimento, produtos químicos e fertilizantes; bens de consumo diversificados, incluindo brinquedos, calçados e eletrônicos; processador de alimentos, naval, aeroespaciais em geral e 6,8uipamentos para telecomunicações; 
<perCent> 2.6 
Pudong em Xangai. 
Estados Unidos , Hong Kong , Japão , Coreia do Sul , Alemanha 
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OMC, FMI, APEC, AIEA, UNESCO, OMS e ISO 
Japão , Coreia do Sul , Taiwan , Estados Unidos , Austrália , Alemanha 
<usDollar> 1.339E13  9.33E12 
<perCent> 7.6 
US$ 9.800 , US$ 6.900 
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da 
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agricultura , indústria , serviços 
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A economia da República Popular da China é a segunda maior do mundo, superada somente pelos Estados Unidos. Seu produto interno bruto (PIB) nominal é estimado em US$8,2 trilhões (dados de 2012), enquanto seu poder de compra foi calculado em 2012 em pouco mais de US$12,4 trilhões, mais do que qualquer outro país no mundo, com exceção apenas dos Estados Unidos. A China é a nação com o maior crescimento econômico dos últimos 25 anos no mundo, com a média do crescimento do PIB em torno de 10% por ano. A renda per capita da China tem crescido cerca de 8% ao ano em média nos últimos 30 anos e mais 15 em média aos 25 anos de exportação, que reduziu drasticamente a pobreza no país, mas este rápido crescimento trouxe grandes desigualdades na distribuição de renda. A renda per capita do país está classificada como mediana a baixa, se comparada com os padrões mundiais, e está em cerca de 3.180 dólares por pessoa (nominal, 104º numa lista de 178 países/economias), e em 5.943 dólares por pessoa (PPP, 97º numa lista com 178 países/economias) em 2008, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Apesar de ser o terceiro ou quarto país com maior extensão territorial do mundo, a China é altamente pobre em recursos naturais, e, apesar de ter cerca de 20% da população mundial vivendo dentro de suas fronteiras, o seu papel dentro da economia mundial foi relativamente pequeno por mais de um século. Porém, desde o final de 1978, o governo chinês reformou a economia do país, que passou de uma economia planificada centralizada com base soviética, que era bastante fechada ao comércio internacional, para uma economia de mercado que tem um setor privado em rápido crescimento e um forte setor estatal, fazendo sua economia desempenhar um papel fundamental na economia global. Desde que foram introduzidas, estas reformas ajudaram milhões de pessoas a saírem da pobreza, cujo índice encolheu de 53% em 1981, para apenas 13,4% em 2011. O governo chinês chama o seu sistema econômico de "socialismo com características chinesas", mas o que isso realmente significa é disputado. Alguns o consideram como uma economia mista, outros o consideram como capitalismo. Embora apenas um terço da economia seja controlado pelo estado, os setores que são estatalmente controlados são as maiores e mais importantes indústrias do país. As estimativas variam sobre a porcentagem da composição do setor privado no PIB. Segundo a OECD, o setor privado chinês domina 59,9% do PIB. A revista The Economist cita que entre os anos de 1995 a 2001, o número de empresas pertencentes ou controladas pelo Estado diminui de 1.2 milhões para 468 mil e o número de empregos no setor estatal diminuiu de 36 milhões, de 59% para 32% do total de empregos urbanos. O setor público é dominado por 159 empresas estatais sob o controle do governo central, em setores importantes, tais como o setor de utilidade pública, indústrias pesadas e recursos energéticos. Estas empresas estatais possuem e controlam dezenas de milhares de empresas subordinadas. Governos de cidades, de comunidades e de pequenas povoações também controlam empresas estatais ou coletivas ao seu nível local. Desde o final dos anos 2000 e do começo da década de 2010, as reformas econômicas começaram inicialmente com a mudança do trabalho na agricultura para um sistema de responsabilidade familiar, com o objetivo de sair do sistema de agricultura coletiva. A reforma expandiu-se mais tarde para incluir a liberação gradual dos preços, a descentralização fiscal, o aumento da autonomia das empresas estatais, que aumentaram o controle das autoridades governamentais locais, e a implantação de gestores na indústria para que houvesse um meio de se permitir uma grande variedade de empresas privadas nos ramos de serviços e de manufatura leve. Além disso, a reforma econômica incluiu a fundação de um sistema bancário diversificado, mas com o domínio avassalador dos bancos estatais, o desenvolvimento de uma bolsa de valores, o rápido desenvolvimento do setor privado e a abertura da economia para o comércio exterior e para o investimento estrangeiro. A China implantou as reformas a um ritmo gradual, embora haja grande evidência de que o controle do estado aumentou durante a década de 1990. A reforma econômica também implantou as condições de igualdade nos maiores bancos estatais da China para investidores estrangeiros no mercado internacional de divisas e no mercados de bônus durante a década de 2000. O comércio exterior da China vem aumentando mais rapidamente do que o seu PIB nos últimos 25 anos. O crescimento da China vem de um imenso investimento estatal na infraestrutura e na indústria pesada, e da expansão do setor privado em indústrias leves ao invés de simples exportações, cujo papel na economia parece ter sido grandemente sobre-estimado. O setor público menor, porém altamente concentrado, dominado pelas grandes 159 empresas estatais, tem provido investimentos importantes em utilidades, na indústria pesada e nos recursos energéticos, que facilitaram o crescimento do setor privado e dirigiu os investimentos, a fundação do crescimento econômico nacional. A decisão do governo de permitir que a China seja usada por empresas multinacionais e empresas não registradas pelo alvará como uma plataforma de exportação faz do país um grande competidor entre outras economias de exportação asiáticas, como a Coreia do Sul, a Singapura e a Malásia. A China tem enfatizado o aumento da renda pessoal total e do consumo, e está introduzindo novos sistemas de gerenciamento para ajudar no aumento da produtividade. O governo também tem focado o comércio exterior como um grande veículo para o crescimento da economia. A reestruturação da economia e os ganhos efetivos contribuíram no aumento de mais de dez vezes do PIB desde 1978. Alguns economistas acreditam que o crescimento da economia chinesa foi subestimado durante boa parte da década de 1990 e o começo da década de 2000, falhando em prover suporte para o crescimento dirigido pelo setor privado, além do exagero na dependência da economia chinesa nas exportações. Todavia, importantes gargalos continuam a restringir o crescimento. A energia disponível é insuficiente para toda a capacidade industrial instalada, desde que os comércios não sejam filial dos Estados Unidos. o sistema de transporte está inadequado para deslocar quantidades suficientes de itens críticos, tais como carvão, e o sistema de comunicação não se enquadra de modo ideal dentro das necessidades de uma economia do tamanho e da complexidade da China. Os dois mais importantes setores da economia têm sido tradicionalmente a agricultura e a indústria, que juntos detêm quase 2/3 da força de trabalho e produzem mais de 60% do PIB chinês. Os dois setores se diferem em muitos aspetos. A tecnologia, a produtividade laboral e a renda avançaram muito mais rapidamente na indústria do que na agricultura. A produção agrícola é vulnerável aos efeitos do tempo, enquanto que a indústria é mais diretamente influenciada pelo governo. As disparidades entre os dois setores se combinaram para formar um vão cultural sócio-econômico entre as áreas rurais e urbanas, que é uma das maiores divisões da sociedade chinesa. A china é a maior produtora de arroz e está entre os principais produtores de trigo, milho, tabaco, soja, amendoim e algodão. O país é um dos maiores produtores de vários produtos industriais e minerais, incluindo lã, tungstênio e antimônio, e é um importante produtor de carvão mineral e de petróleo, e vários outros produtos. Seus recursos minerais estão provavelmente entre os mais abundantes do mundo, mas são apenas parcialmente desenvolvidos. Apesar da China ter adquirido algumas fábricas de produção dentre as mais sofisticadas do comércio internacional e de ter construído fábricas de engenharia avançada, capazes de fabricar equipamentos cada vez mais sofisticados, incluindo armas nucleares e satélites, a maior parte de sua produção industrial ainda vem de fábricas ultrapassadas e pouco equipadas. O nível de tecnologia e os padrões de qualidade de sua indústria como um todo ainda são razoavelmente baixos. Outros grandes problemas concentram-se na força de trabalho e no sistema de preços. O subemprego está presente nas áreas rurais e urbanas, e o receio de um grande e explícito aumento do desemprego é forte. Os preços de certas mercadorias importantes, especialmente as matérias-primas para as indústrias, e importantes produtos industriais, são determinados pelo estado. Na maior parte dos casos, taxas básicas e fixas de preços foram implementadas durante a década de 1950 e são frequentemente incoerentes se comparadas com as demandas e capacidades atuais de produção. O aumento da integração da China com a economia internacional e seus esforços pelo aumento do crescimento, usando forças de mercado para gerir as alocações domésticas das mercadorias, têm agravado este problema. Durante os últimos anos, grandes subsídios foram implementados dentro da estrutura da formação dos preços, e estes subsídios cresceram substancialmente durante o final da década de 1970 e durante toda a década de 1980. No começo da década de 1990, estes subsídios começaram a ser eliminados, principalmente devido à admissão da China na Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001, que levou o país a se adequar aos requerimentos de maior liberação econômica e de menor regulação do mercado. A transformação econômica chinesa em andamento tem tido um impacto profundo não somente na China, mas no mundo inteiro, e as reformas de mercado da China, que foram implementadas durante as últimas três décadas, têm desencadeado iniciativas individuais e o empreendedorismo, apesar do domínio contínuo do estado chinês na sua economia. O país é o 26º no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial. 
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