Ditadura militar no Brasil (1964–1985)

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A ditadura militar no Brasil, ou Quinta República Brasileira, foi o regime instaurado em 1º de abril de 1964 e que durou até 15 de março de 1985, sob comando de sucessivos governos militares. De caráter autoritário e nacionalista, teve início com o golpe militar que derrubou o governo de João Goulart, o então presidente democraticamente eleito. O regime acabou quando José Sarney assumiu a presidência, o que deu início ao período conhecido como Nova República (ou Sexta República). Apesar das promessas iniciais de uma intervenção breve, a ditadura militar durou 21 anos. Além disso, o regime pôs em prática vários Atos Institucionais, culminando com o AI-5 de 1968, que vigorou por dez anos. A Constituição de 1946 foi substituída pela Constituição de 1967 e, ao mesmo tempo, o Congresso Nacional
Ditadura militar no Brasil (1964–1985) 
xsd:integer 1976  1977  1990  1995  2001  2005  2007  2010  2013 
xsd:integer 1964  1967  1969  1974  1979 
xsd:integer 1964 
Carlos Heitor Cony 
Luiz Cláudio Cunha 
Bandeira do Brasil 
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Bandeira do Brasil 
Campos, Nilo de Araujo 
Moraes, Pedro de 
Ventura, Zuenir e Veríssimo, Luis Fernando 
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xsd:integer 34 
Pioneira 
Campus 
Vozes 
Biblioteca do Exército Editora 
Civilização Brasileira 
Contexto 
Senac 
Unesp 
Zahar 
Ed. Mauad 
Eduel 
Espaço e Tempo 
Imprensa Oficial, Pernambuco 
Proposta Editorial 
Relume-Dumará 
Ser 
UFJF, Funalfa 
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Hino Nacional Brasileiro 
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Extensão territorial do Brasil 
Brasília 
Rio de Janeiro 
São Paulo 
Brazil .svg 
Brasil 
Brasil 
República Federativa do Brasil 
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Índice Onomástico 
Período populista 
Marcos 
Phyllis 
Bernardo 
Denise 
Alessandra 
Octávio 
Agnaldo Dal Nero 
Antonio Ozai da 
Carlos Alberto Brilhante 
Carlos Heitor 
Celso de 
Claudinei Cássio de 
Daniel Aarão 
Dom Paulo Evaristo 
Eliézer de 
Hilda Rezende 
Inimá 
Jairo e Melo, Zuza Homem de 
Luiz Cláudio 
Lídia Maria de 
Maria José de 
Olympio 
harv 
Nova República 
Brasão de armas do Brasil 
Brasão de armas do Brasil 
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O Papel dos Estados Unidos da América no Golpe de Estado de 31 de Março 
Anos de Chumbo 
Brasil Nunca Mais 
Clodesmidt Riani: Trajetória 
Ditadura militar, esquerdas e sociedades 
Gen Bda Ex R/1. A Grande Mentira 
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Memórias de Um Revolucionário'', L&PM 
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Raul Soares, Um Navio Tatuado em Nós 
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Suicídio Revolucionário 
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Cel Art Ex R/1. A Verdade Sufocada – a história que a esquerda não quer que o Brasil conheça 
Características da Transição no Brasil. In: História geral do Brasil, LINHARES, Maria Yedda Leite ; CARDOSO, Ciro Flamarion Santana 
Roteiro da Intolerância – A censura cinematográfica no Brasil 
As Forças Armadas: Política e Ideologia no Brasil 
http://observatoriodaimprensa.com.br/interesse-publico/o-almanaque-dos-tempos-de-chumbo/ 
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Ano 18 
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Reis 
Augusto 
Assis 
Mourão 
Oliveira 
Castro 
Carvalho 
Cunha 
Melo 
Silva 
Simões 
Paula 
Parker 
Arns 
Cony 
Ianni 
Kucinski 
Muricy 
Rezende 
Severiano 
Sá Corrêa 
Ustra 
Ordem e Progresso 
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xsd:gYear 1964  1985 
Presidente 
Ordem e Progresso 
Extensão territorial do Brasil 
A ditadura militar no Brasil, ou Quinta República Brasileira, foi o regime instaurado em 1º de abril de 1964 e que durou até 15 de março de 1985, sob comando de sucessivos governos militares. De caráter autoritário e nacionalista, teve início com o golpe militar que derrubou o governo de João Goulart, o então presidente democraticamente eleito. O regime acabou quando José Sarney assumiu a presidência, o que deu início ao período conhecido como Nova República (ou Sexta República). Apesar das promessas iniciais de uma intervenção breve, a ditadura militar durou 21 anos. Além disso, o regime pôs em prática vários Atos Institucionais, culminando com o AI-5 de 1968, que vigorou por dez anos. A Constituição de 1946 foi substituída pela Constituição de 1967 e, ao mesmo tempo, o Congresso Nacional foi dissolvido, liberdades civis foram suprimidas e foi criado um código de processo penal militar que permitia que o Exército brasileiro e a Polícia Militar pudessem prender e encarcerar pessoas consideradas suspeitas, além de impossibilitar qualquer revisão judicial. O regime adotou uma diretriz nacionalista, desenvolvimentista e de oposição ao comunismo. A ditadura atingiu o auge de sua popularidade na década de 1970, com o "milagre econômico", no mesmo momento em que o regime censurava todos os meios de comunicação do país e torturava e exilava dissidentes. Na década de 1980, assim como outros regimes militares latino-americanos, a ditadura brasileira entrou em decadência quando o governo não conseguiu mais estimular a economia, controlar a inflação crônica e os níveis crescentes de concentração de renda e pobreza provenientes de seu projeto econômico, o que deu impulso ao movimento pró-democracia. O governo aprovou uma Lei de Anistia para os crimes políticos cometidos pelo e contra o regime, as restrições às liberdades civis foram relaxadas e, então, eleições presidenciais indiretas foram realizadas em 1984, com candidatos civis e militares. O regime militar brasileiro inspirou o modelo de outras ditaduras por toda a América Latina, através da sistematização da "Doutrina de Segurança Nacional", a qual justificava ações militares como forma de proteger o "interesse da segurança nacional" em tempos de crise. Desde a aprovação da Constituição de 1988, o Brasil voltou à normalidade institucional. Segundo a Carta, as Forças Armadas voltam ao seu papel institucional: a defesa do Estado, a garantia dos poderes constitucionais e (por iniciativa desses poderes) da lei e da ordem. Apesar de o combate aos opositores do regime ter sido notoriamente marcado por torturas e mortes, as Forças Armadas admitiram oficialmente que possa ter havido tortura e assassinatos, pela primeira vez, em setembro de 2014, em resposta à Comissão Nacional da Verdade. O documento, assinado pelo Ministro da Defesa, Celso Amorim, menciona que "o Estado brasileiro [...] já reconheceu a ocorrência das lamentáveis violações de direitos humanos ocorridas no passado". No entanto, apesar das várias provas, os ofícios internos da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, foram uníssonos em afirmar que em suas investigações não encontraram evidências que corroborassem ou negassem a tese de que houve "desvio formal de finalidade no uso de instalações militares". Estima-se que houve 434 pessoas entre mortos e desaparecidos durante o regime. 
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Brasil 
República Federativa do Brasil 
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