Diana de Versalhes

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A Diana de Versalhes é uma afamada estátua da deusa Diana preservada no Museu do Louvre, em Paris, França.Realizada em mármore branco, com 2m de altura, a obra é uma cópia romana da era imperial de um original perdido, em bronze, atribuído ao escultor grego Leocarés, datado provavelmente de c. 325 a.C. Foi descoberta na Itália, mas a procedência exata não é conhecida. O Museu do Louvre sugere a localidade de Nemi, onde antigamente havia um santuário.
Diana de Versalhes 
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Diana de Versalhes 
A Diana de Versalhes é uma afamada estátua da deusa Diana preservada no Museu do Louvre, em Paris, França. Realizada em mármore branco, com 2m de altura, a obra é uma cópia romana da era imperial de um original perdido, em bronze, atribuído ao escultor grego Leocarés, datado provavelmente de c. 325 a.C. Foi descoberta na Itália, mas a procedência exata não é conhecida. O Museu do Louvre sugere a localidade de Nemi, onde antigamente havia um santuário. Em 1556 foi dada pelo papa Paulo IV para o rei Henrique II da França, como uma sutil mas inescapável alusão à notória amante do rei, Diana de Poitiers. Foi então instalada no Jardim da Rainha no Palácio de Fontainebleau, onde eram expostas importantes peças da Antiguidade. Logo a fama da peça se espalhou, e segundo Haskell & Penny "entre todas as estátuas exportadas da Itália antes da segunda metade do século XVII a Diana adquiriu uma reputação equivalente às peças expostas no Belvedere do Vaticano ou no Palácio Borghese". Em 1602 Henrique IV a transferiu para o Louvre e mandou que fosse restaurada, trabalho confiado a Barthélemy Prieur. Sob Luís XIV foi enviada para Versalhes, sendo apresentada na Grande Galeria. Em 1798, por um decreto da Convenção, retornou ao Museu do Louvre. A Diana é um fino representante da escultura clássica greco-romana, e de acordo com Alexander Murray trata-se da mais importante representação da deusa que chegou a nós, tendo sido copiada várias vezes em bronze e mármore. A figura de Diana é dinâmica, está em plena caça, em ato de tirar uma flecha de seu arcaz. O braço esquerdo, ausente, foi restaurado fazendo-o pousar a mão na cabeça de uma corça, animal sagrado da deusa, mas originalmente devia segurar um arco. Traja uma túnica presa na cintura para proporcionar mais liberdade às pernas em movimento, com o tecido tratado em formas esvoaçantes. Nos pés traz sandálias e, na cabeça, um diadema. 
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