Diário de Natal

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O Diário de Natal foi um jornal matutino brasileiro da cidade de Natal, no estado do Rio Grande do Norte. A partir de 2009, o jornal tem sido impresso na sede regional do grupo a qual o jornal pertence, na cidade do Recife.Mas a produção jornalística e edição permanecem em sua redação, localizada na Zona Norte de Natal. Com o processo de reestruturação realizado em 2009, vários cargos na redação do jornal foram extintos e houve demissão uma demissão em massa inesperada.
Diário de Natal 
sim 
setembro de 2009 
Juliska Azevedo 
De terça-feira a sábado: Últimas Notícias; Política; Economia; Cidades; Muito ; Passa Tempo; Brasil & Mundo; Carro & Moto ; Editorial; Opinião; Classificados e Esportes. No domingo: Página Dois; Política; Brasil; Editorial; Opinião; Mundo; Classificados; Cidades; Economia; Muito; Social; Famosos; Passa Tempo e Super Esportes. 
De terça-feira à sábado: Berlinense. No domingo: Standard 
Djalma Maranhão, Rivaldo Carvalho, Romualdo Carvalho e Valdemar Araújo 
xsd:integer 1939 
Diário de Natal 
De terça-feira a domingo 
Gladstone Vieira Belo 
xsd:gYear 1939 
O Diário de Natal foi um jornal matutino brasileiro da cidade de Natal, no estado do Rio Grande do Norte. A partir de 2009, o jornal tem sido impresso na sede regional do grupo a qual o jornal pertence, na cidade do Recife.Mas a produção jornalística e edição permanecem em sua redação, localizada na Zona Norte de Natal. Com o processo de reestruturação realizado em 2009, vários cargos na redação do jornal foram extintos e houve demissão uma demissão em massa inesperada. Naquele momento, o conteúdo do jornal não se mostrava competitivo diante do seu principal concorrente, Tribuna do Norte. Muitos jornalistas trabalhavam na redação do jornal e ao mesmo tempo exerciam a função de assessor de imprensa no contraturno, o que, por vezes, levava a interferência no conteúdo do periódico em favor dos seus assessorados. Tal prática foi fator decisório para a escolha de quem seria demitido. Com a reestruturação em 2009, o jornal passou a adotar o formato berliner. A sua versão domical, O Poti, foi suspensa. Mesmo com todas as mudanças, o jornal acumulou dívidas e não tinha recuperado a competitividade de outrora. Para se ter ideia do potencial do Diário de Natal, na década de 1970, o impresso chegou a ter um tiragem diária de 30 mil exemplares numa Natal que àquela época tinha pouco mais de 200 mil habitantes. Atualmente o jornal diário mais vendido da cidade não chega a 8 mil exemplares embora a população tenha crescido bastante (existem cerca de 800 mil habitantes só no município de Natal de acordo com o IBGE). Críticos analisam que em 2011 o conteúdo do jornal começara a ter uma leve recuperação no que diz respeito a qualidade. Financeiramente, a ligeira recuperação só acontece em 2012, mas já era tarde demais - pelos menos na visão dos Diários Associados. O Diário de Natal também se constituiu como uma escola de jornalismo do Rio Grande do Norte, dos quais os grandes profissionais passaram pelo jornal. Vale lembrar que no ano da mais recente reestruturação (2009) surgiu um novo concorrente na capital potiguar: Novo Jornal. O periódico recém-nascido acolheu parte dos profissionais demitidos do Diário, mas também profissionais que por decisão própria optaram por um novo desafio. Convém ressaltar que em outros veículos da cidade(incluindo TVs, rádios e portais) existem profissionais que tiveram a sua primeira experiência profissional no septuagenário diário natalense. Ele pertenceu ao Grupo Diários Associados. Sua data de fundação foi 18 de setembro de 1939. É o mais antigo jornal impresso em circulação na capital potiguar. No dia 2 de outubro de 2012 o grupo Associados de Pernambuco decretou seu fim 
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Diário de Natal (circula aos domingos como O Poti) 
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