Corsário

http://pt.dbpedia.org/resource/Corsário

Um corso, ou corsário, (do italiano corsaro, comandante de navio autorizado a atacar navios) era alguém que, por missão ou carta de corso (ou "de marca") de um governo, era autorizado a pilhar navios de outra nação (guerra de corso), aproveitando o fato de as transações comerciais basearem-se, na época, na transferência material das riquezas. Os corsos eram usados como um meio fácil e barato para enfraquecer o inimigo por perturbar as suas rotas marítimas. Com os corsos, os países podiam enfraquecer os seus inimigos sem suportar os custos relacionados com a manutenção e construção naval.
Corsário 
Um corso, ou corsário, (do italiano corsaro, comandante de navio autorizado a atacar navios) era alguém que, por missão ou carta de corso (ou "de marca") de um governo, era autorizado a pilhar navios de outra nação (guerra de corso), aproveitando o fato de as transações comerciais basearem-se, na época, na transferência material das riquezas. Os corsos eram usados como um meio fácil e barato para enfraquecer o inimigo por perturbar as suas rotas marítimas. Com os corsos, os países podiam enfraquecer os seus inimigos sem suportar os custos relacionados com a manutenção e construção naval. Teoricamente, um pirata com uma carta de marca poderia ser considerado como corsário, reconhecido como tal pela lei internacional. Sempre que um navio corso fosse capturado, este tinha de ser levado a um Tribunal Almirantado onde tentava assegurar de que era um verdadeiro corso. Contudo, era comum os corsos serem apresados e executados como piratas pelas nações inimigas. Grande parte das vezes os piratas, quando apanhados pela suposta vítima, tentavam usar uma carta de corso ilegal. Por vezes, no seu país de origem, os corsos eram considerados autênticos heróis, tal como Sir Francis Drake, que, graças aos fabulosos tesouros que arrecadou para a Inglaterra, foi tornado Cavaleiro por Isabel I de Inglaterra. Um discípulo famoso de Sir Francis Drake (O El Dragon, como era chamado entre os espanhóis), foi Sir Thomas Cavendish outro importante corsário e circunavegador britânico. Cavendish atacou cidades brasileiras como Santos, São Vicente, Ilha Grande e Vitória do Espírito Santo. Sobre esse tema escreveu Ernesto Reis, no seu livro Piratas no Atlântico Sul de 2012. Consta como curiosidade histórica, no conhecido livro "Princípios de Defesa Militar" dos dois irmãos J. S. Vasconcellos, editora Biblioteca do Exército Brasileiro, edição de 1939, que nessa data histórica e da organização da Armada Britânica, nasceu a "Saudação militar", da forma que se conhece hoje (com a mão direita espalmada sobre a testa "e/ou sobre os olhos, originalmente"), no dia fazia muito Sol (ensolarado) e os marinheiros em posição de firmeza (sentido - disciplinar) militar, presenciavam a cerimônia de seu chefe, quando a rainha se dirigiu para colocar o colar de Cavaleiro, seu vestido que brilhava (muitas pedras preciosas e brilhantes) fez com que ofuscasse (pelo Sol) nos olhos dos marujos, dessa forma todos fizeram a saudação militar, disciplinadamente e ao mesmo tempo; e de forma altamente - disciplinada. O que foi logo após amplamente elogiado pela chamada "Rainha Virgem", todos comandantes militares aliados presentes, logo quiseram imitar Drake e sua tripulação, altamente disciplinada. Já durante as cruzadas, os corsários sarracenos eram chamados pelos cruzados de "corsários berberes". Estes corsários estavam autorizados pelos seu governos a pilhar as rotas marítimas dos países cristãos. Inicialmente os corsários malteses lutavam pela religião, mas algum tempo depois as crescentes recompensas da pirataria atraíram mais ajuda. Rapidamente os corsários malteses se tornaram piratas experientes, sem interesse nos ideais religiosos. 
xsd:nonNegativeInteger 53 
xsd:integer 59194 
xsd:nonNegativeInteger 7771 
xsd:integer 44549763 

data from the linked data cloud