Colônias israelenses

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As colônias israelenses (pt-PT, colonatos israelitas) são assentamentos ilegais construídos a partir de 1968, no Egito, Jordânia, Líbano e Síria, em territórios ocupados por Israel durante a Guerra dos Seis Dias (1967). Desde então esses territórios são controlados pelo estado judeu.A ocupação dos territórios não é reconhecida internacionalmente. Esses assentamentos estão localizados em três áreas principais:
Colônias israelenses 
As colônias israelenses (pt-PT, colonatos israelitas) são assentamentos ilegais construídos a partir de 1968, no Egito, Jordânia, Líbano e Síria, em territórios ocupados por Israel durante a Guerra dos Seis Dias (1967). Desde então esses territórios são controlados pelo estado judeu. A ocupação dos territórios não é reconhecida internacionalmente. Esses assentamentos estão localizados em três áreas principais: Também existiram outros 18 assentamentos judeus na Península de Sinai, desmantelados em 1982, depois dos acordos de Camp David com o Egito. Foram igualmente removidos todos os 21 assentamentos na Faixa de Gaza e quatro no norte da Cisjordânia, em 2005, em consequência da implementação do Plano de retirada unilateral de Israel. Atualmente, Jerusalém Oriental e as Colinas de Golan são governadas pela lei civil de Israel, mas ambas são consideradas pela comunidade internacional como territórios sob ocupação militar, assim como a Cisjordânia. Em novembro de 2009, cerca de 400.000 israelenses viviam na Cisjordânia, em 168 assentamentos oficialmente reconhecidos. Outros 280.000 viviam em Jerusalém Oriental. Esses assentamentos tanto podem ser fazendas comunitárias como vilarejos de fronteira, com algumas centenas de habitantes, ou verdadeiras cidades, como Ariel. No caso de Jerusalém Oriental, trata-se de bairros dentro da cidade. Os três maiores assentamentos - Modi'in Illit, Maale Adumim e Betar Illit - são cidades com população superior a 30.000 residentes. Todavia, segundo um relatório confidencial do Ministério da Defesa de Israel, publicado pelo jornal Haaretz, em cerca de 75% dos assentamentos judaicos na Cisjordânia, construções foram erguidas sem licença ou em desacordo com as permissões emitidas pelas autoridades israelenses. Segundo o mesmo estudo, em 30 colônias foram construídos “prédios e infraestrutura, incluindo estradas, escolas e delegacias, em terras privadas de palestinos”. Em 23 de março de 2010 o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou, em Washington, que "se os americanos apoiam os pedidos irracionais feitos pelos palestinos com relação ao congelamento das colônias em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, o processo político corre o risco de ficar bloqueado por um ano". No dia seguinte, Israel anunciou que planeja construir mais 20 habitações para judeus no território ocupado de Jerusalém Oriental, no bairro árabe de Sheikh Jarrah. São as primeiras de um total previsto de cem unidades habitacionais. O projeto, aprovado pela Prefeitura de Jerusalém em julho de 2009, é um empreendimento financiado pelo milionário judeu americano da Flórida Irving Moskowitz, que tem promovido a colonização do setor leste da cidade por judeus. Cerca de vinte apartamentos para famílias israelenses serão edificados no local onde está um antigo hotel, que pertenceu ao líder religioso nacionalista palestino Amin al-Husseini . O negociador palestino, Saeb Erekat, disse que o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, insistirá para que Israel revogue os planos para construir em Sheikh Jarrah, assim como a decisão para construir 1.600 casas numa outra região próxima à cidade. 
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