Cognato

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Cognatos são palavras que têm, etimologicamente, uma origem comum . Como um adjetivo, a palavra cognato não se limita a palavras, e significa, de uma forma geral, de mesma origem. Frequentemente, o termo é utilizado para destacar pares de palavras de duas línguas que têm origem comum, grafias idênticas ou semelhantes, mas que evoluíram de forma diferente, total ou parcialmente, quanto ao significado.
Cognato 
Cognatos são palavras que têm, etimologicamente, uma origem comum . Como um adjetivo, a palavra cognato não se limita a palavras, e significa, de uma forma geral, de mesma origem. Frequentemente, o termo é utilizado para destacar pares de palavras de duas línguas que têm origem comum, grafias idênticas ou semelhantes, mas que evoluíram de forma diferente, total ou parcialmente, quanto ao significado. Falsos cognatos são palavras de grafias semelhantes mas que tem origem distintas. O conceito falso cognato tem sido difundido erroneamente no Brasil como palavras semelhantes em duas línguas, mas de sentidos diversos. Essa definição é errada porque duas palavras semelhantes de sentidos diversos podem ser cognatos legítimos, por terem a mesma origem, mesmo que tenham significados distintos . Assim, é preferível utilizar os conceitos de heterossemânticos ("com significados distintos"), cognatos enganosos, falsos amigos ou falsos conhecidos para esse propósito. O conceito de falsos amigos foi estabelecido em 1928 pelos linguistas franceses Maxime Koessler e Jules Derocquigny no livro Les Faux-Amis ou Les trahisons du vocabulaire anglais. O elemento mais importante no processo de modificação é o conteúdo semântico, precisamente a cadeia significante>significado” que “nos permite compreender [...] o conflito entre essas duas facetas da palavra (1) . Existem dois tipos principais de falsos amigos: os estruturais e os lexicais. Os falsos amigos estruturais são estruturas gramaticais, de modo especial sintáticas [...], que apesar de possuírem uma semelhança exterior, essa não se verifica no sentido e ou uso (2). Os exemplos mais típicos são os tempos verbais cujo uso varia segundo a forma dos verbos: por exemplo, transitivos directos em português em vez de indirectos em outras línguas e vice-versa. 
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