Catedral de Sevilha

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A Catedral de Sevilha, também conhecida como Catedral de Santa Maria da Sede, é a maior da Espanha, e a terceira maior do mundo, atrás da Basílica de São Pedro , no Vaticano, e da Basílica de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida. É a maior catedral gótica do mundo, com 11.520 metros quadrados de área total.A catedral foi declarada Património da Humanidade pela UNESCO, no ano de 1987, integrado no sítio Catedral, Alcazar e Arquivo das Índias em Sevilha.
Catedral de Sevilha 
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Catedral de Sevilha 
Catedral, Alcazar e Arquivo das Índias em Sevilha 
Espanha 
Catedral de Sevilha 
A Catedral de Sevilha, também conhecida como Catedral de Santa Maria da Sede, é a maior da Espanha, e a terceira maior do mundo, atrás da Basílica de São Pedro , no Vaticano, e da Basílica de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida. É a maior catedral gótica do mundo, com 11.520 metros quadrados de área total.A catedral foi declarada Património da Humanidade pela UNESCO, no ano de 1987, integrado no sítio Catedral, Alcazar e Arquivo das Índias em Sevilha. Segundo a tradição, a construção começou em 1401, embora não haja constância documental do começo dos trabalhos até 1433. Foi edificada no solar que ficou após a demolição da antiga Mesquita Alfama de Sevilha. Em 2008, foi encontrado o plano mais antigo que se conhece da Catedral de Sevilha no Mosteiro de Bidaurreta de Oñate (Guipúscoa), o qual foi realizado cerca de 1490. Este plano, uma vez estudado, contribuiu com importantes dados sobre a construção do edifício. Um dos seus primeiros mestres-de-obras foi Carles Galtés de Ruan, procedente da Normandia (França), que trabalhara previamente em outras grandes catedrais góticas europeias e poderia ter chegado à Espanha fugindo da Guerra dos Cem Anos. Em 10 de outubro de 1506 foi colocada a pedra postreira (última pedra) na parte mais alta do zimbório, com o que simbolicamente a catedral ficava finalizada, embora na realidade continuassem os trabalhos ininterruptamente durante séculos, tanto para a decoração interior, como para acrescentar novas dependências ou consolidar e restaurar os estragos do passar do tempo, ou circunstâncias extraordinárias, como o terramoto de Lisboa de 1755 que apenas produziu danos menores apesar da sua intensidade. Nestas obras intervieram os arquitetos Diego de Riaño, Martín de Gainza e Assénsio de Maeda. Também nesta etapa Hernán Ruiz edificou o último corpo da Giralda. A catedral e as suas dependências ficaram terminadas em 1593. O Cabido Metropolitano mantém a liturgia diária e a celebração das festividades do Corpus Christi, a Imaculada e a Virgem dos Reis. Neste templo encontra-se o corpo do famoso navegante Cristóvão Colombo e o do rei Fernando III de Castela (1199-1252), canonizado em 1671 como São Fernando, sendo papa Clemente X. A última obra de importância realizada aconteceu em 2008 e consistiu na substituição de 576 silhares que moldavam um dos grandiosos pilares que sustentam o templo, por novos blocos de pedra de características similares mas com maior resistência. Este trabalho foi possível graças ao emprego de novos sistemas tecnológicos que demonstraram que o edifício sofria diariamente umas oscilações de 2 cm como consequência da dilatação dos seus materiais. 
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Catedral, Alcazar e Arquivo das Índias em Sevilha 
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