Carlos de Campos

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Carlos de Campos (Campinas, 6 de agosto de 1866 — São Paulo, 27 de abril de 1927) foi um advogado e político brasileiro. Foi o décimo-segundo presidente do estado de São Paulo, tendo governado de 1 de maio de 1924 até o dia de sua morte, quando assumiu o governo interinamente o presidente do Senado Estadual Antônio Dino da Costa Bueno, em virtude da renúncia do vice-presidente do estado, Coronel Fernando Prestes de Albuquerque.Carlos de Campos criou, em 1926, a Guarda Civil do Estado de São Paulo, que existiu até 1970.
Carlos de Campos 
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Carlos de Campos (Campinas, 6 de agosto de 1866 — São Paulo, 27 de abril de 1927) foi um advogado e político brasileiro. Foi o décimo-segundo presidente do estado de São Paulo, tendo governado de 1 de maio de 1924 até o dia de sua morte, quando assumiu o governo interinamente o presidente do Senado Estadual Antônio Dino da Costa Bueno, em virtude da renúncia do vice-presidente do estado, Coronel Fernando Prestes de Albuquerque. Era filho do também presidente do estado, Bernardino de Campos. Formou-se em Direito em 1887, na Faculdade do Largo de São Francisco. Foi fundador e membro da Academia Paulista de Letras, sendo titular da cadeira nº 16. Iniciou-se na política como membro do conselho da intendência municipal de Amparo, em 1890. Foi em seguida deputado estadual (de 1895 a 1915), presidindo a assembléia entre 1907 e 1915. Foi deputado federal (de 1918 a 1923). Carlos de Campos criou, em 1926, a Guarda Civil do Estado de São Paulo, que existiu até 1970. Em seu governo, ocorreu em São Paulo, a Revolução de 1924, iniciada a 5 de julho.O Palácio dos Campos Elísios, sede do governo paulista, começou a ser incessantemente bombardeado pelas forças revoltosas em 9 de julho, tendo sido um de seus filhos atingido na perna por estilhaços. Carlos de Campos, depois de abrigar sua família em casa de parentes, determinou, estrategicamente, que todos membros do governo se retirassem para a estação ferroviária de Guaiauna, no bairro da Penha, que passou a ser a sede provisória do Governo Estadual, até os revoltosos serem derrotados, em 28 de julho. Em 27 de julho houve um encontro entre Carlos de Campos e o jornalista Paulo Duarte, que levava cartas do presidente da Associação Comercial, José Carlos de Macedo Soares, responsável por intermediar as negociações entre o governo e o revoltosos. Nas cartas Macedo Soares pede que seja declarado um cessar-fogo de 48 horas para que fosse discutida a rendição dos que se rebelaram em troca da anistia de seus atos. Carlos de Campos responde: 
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