Caratê

http://pt.dbpedia.org/resource/Caratê an entity of type: Concept

Caraté ou karaté (português europeu) ou caratê (português brasileiro) (em japonês: 空手; transl.: karate, : [kɑʀɑtə]) ou caratê-dô (空手道, transl. karate-dō : [kɑʀɑtədɵ]) é uma arte marcial japonesa que se desenvolveu a partir da arte marcial autóctone de Oquinaua sob influência do chuan fa chinês e dos koryu japoneses (modalidades tradicionais de luta), incorporando aspectos das disciplinas guerreiras, ou budō. A influência chinesa foi maior num primeiro estágio de desenvolvimento, variando em um paradigma primitivo de simples luta com agarrões e projeções para um modelo com mais ênfase em golpes traumáticos, e se fez sentir nas técnicas dos estilos mais fluidos e pragmáticos da China meridional. Depois,devido a alterações geopolíticas, sobreveio a predominância das disciplinas de combate do
Caratê 
Chuan fa 
Te 
Tegumi 
xsd:integer
Karate 
Karate 
Karate-hor.svg 
Caratê [br] • Caraté [pt] 
* Karaté * Tode * Shimpi-tode * Te-jutsu * Toudi * Toshu * Toshu-jitsu * Toshukuken 
caratê 
Judô: uniforme, projeções 
Tangsudo 
Tong Il Moo Do 
からて 
空手 
Karate 
Federação Mundial de Caratê 
* Atemi waza * Nage waza * Tai sabaki * Kihon * Kumite * Kata 
* Ate waza * Katame waza * Ne waza * Ukemi waza 
Aprimoramento corporal, para funcionar como arma 
Caraté ou karaté (português europeu) ou caratê (português brasileiro) (em japonês: 空手; transl.: karate, : [kɑʀɑtə]) ou caratê-dô (空手道, transl. karate-dō : [kɑʀɑtədɵ]) é uma arte marcial japonesa que se desenvolveu a partir da arte marcial autóctone de Oquinaua sob influência do chuan fa chinês e dos koryu japoneses (modalidades tradicionais de luta), incorporando aspectos das disciplinas guerreiras, ou budō. A influência chinesa foi maior num primeiro estágio de desenvolvimento, variando em um paradigma primitivo de simples luta com agarrões e projeções para um modelo com mais ênfase em golpes traumáticos, e se fez sentir nas técnicas dos estilos mais fluidos e pragmáticos da China meridional. Depois,devido a alterações geopolíticas, sobreveio a predominância das disciplinas de combate do Japão e, nesse período, o modelo tendeu a simplificar ainda mais os movimentos, tornando-os mais diretos e renunciando àquilo que não seria útil ou que fosse mero floreio. O repertório técnico da arte marcial abrange, principalmente, golpes contundentes — atemi waza —, como pontapés, socos, joelhadas, bofetadas etc., executadas com as mãos desarmadas. Todavia, técnicas de projeção, imobilização e bloqueios — nage waza, katame waza, uke waza — também são ensinados, com maior ou menor ênfase, dependendo de onde ou qual estilo ou escola se aprende karate. Grosso modo, pode-se afirmar que a evolução desta arte marcial aconteceu orientada por renomados mestres, que a conduziram e assentaram suas bases resultando no caratê moderno, cujo trinômio básico de aprendizado repousa em kihon (técnicas básicas), kata (sequência de técnicas, simulando luta com várias aplicações práticas) e kumite (enfrentamento propriamente dito, que pode ser mero simulacro ou dar-se de maneira esportiva ou competitiva ou mais próxima da realidade). Esse processo evolutivo também mostra que a modalidade surgida como se fosse uma única raiz acabou por se dividir em três partes e, por fim, tornou-se uma miríade de diversas variações sobre um mesmo tema. O estágio da transição entre os séculos XX e XXI revela que a maioria das escolas de caratê tem dado ênfase à evolução do condicionamento físico, desenvolvendo velocidade, flexibilidade e capacidade aeróbica para participação de competições de esporte de combate, ficando relegada àquelas poucas escolas tradicionalistas a prática de exercícios mais rigorosos, que visam o desenvolvimento da resistência dos membros, e de provas de quebramento de tábuas de madeira, tijolo ou gelo. De um modo simples, há duas correntes maiores: uma, tendente a preservar os caracteres marcial e filosófico do caratê; e outra, que pretende firmar os aspectos esportivo e lúdico. A partir do primeiro quartel do século XX, o processo de segmentação instalou-se de vez, aparecendo diversos sodalícios e silogeus, até alguns dentro dos outros, pretendendo difundir seu modo peculiar de entender e desenvolver o caratê, a despeito de compartilharem semelhanças técnicas e de origem. Tal circunstância, que foi combatida por mestres de renome, acabou por se consolidar e gerar como consequência a falta de padronização e entendimento entre entidades e praticantes. Daí, posto que aceito mundialmente como esporte, classificado como esporte olímpico e participando dos Jogos Pan-Americanos, não há um sistema unificado de valoração para as competições, ocasionando grande dificuldade para sua aceitação como esporte presente nos Jogos Olímpicos. Em que pese a enorme fragmentação de estilos e os inúmeros tratamentos ou convívios sem cerimónia e com intimidade, procuram ainda seguir um modelo pedagógico mais ou menos comum. E neste ambiente, distingue-se o mero praticante daquele estudioso dedicado a arte marcial, o carateca, o qual busca desenvolver uma disciplina rigorosa, filosofia e ética, além de aprender simples movimentos e condicionamento físico. Nessa mesma linha, aquele carateca que alcança o grau de faixa ou cinturão preto(a) é chamado de sensei. E os sítios de aprendizado são chamados de dojôs, sendo estes, via de regra, filiados a alguma linhagem ou estilo. 
xsd:nonNegativeInteger 456 
xsd:integer 48026 
xsd:nonNegativeInteger 88067 
xsd:integer 44539138 

data from the linked data cloud