Câncer colorretal

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O cancro colorretal (AO 1945: cancro colo-rectal) (português brasileiro: câncer colorretal}}) é uma neoplasia maligna que afeta o intestino grosso e/ou o reto, acometendo a parede intestinal, e que dependendo do grau de invasão desta, pode comprometer outros órgãos, quer directamente, quer através de metástases. Este tipo de cancro é um dos mais frequentes, e em geral está relacionado ao sedentarismo, obesidade, tabagismo, história familiar de cancro colorretal, predisposição genética, à dieta rica em carnes vermelhas, e possivelmente, à dieta pobre em fibras.
Câncer colorretal 
O cancro colorretal (AO 1945: cancro colo-rectal) (português brasileiro: câncer colorretal}}) é uma neoplasia maligna que afeta o intestino grosso e/ou o reto, acometendo a parede intestinal, e que dependendo do grau de invasão desta, pode comprometer outros órgãos, quer directamente, quer através de metástases. Este tipo de cancro é um dos mais frequentes, e em geral está relacionado ao sedentarismo, obesidade, tabagismo, história familiar de cancro colorretal, predisposição genética, à dieta rica em carnes vermelhas, e possivelmente, à dieta pobre em fibras. Este tipo de cancro abrange tumores em todo o cólon, reto, e apêndice. Aproximadamente 655 mil pessoas por ano morrem por causa deste tipo de cancro, sendo a terceira forma de cancro mais comum e a segunda maior causa de morte no mundo ocidental. Acredita-se que muitos tumores originam-se de pólipos no cólon adenomatosos. Tais pólipos são geralmente benignos, mas podem desenvolver-se em tumores malignos com o tempo. Na maioria das vezes, o diagnóstico de cancro colorretal é feito através de colonoscopia. O tratamento consiste na retirada do tumor, que pode ser endoscópica (colonoscopia) ou cirúrgica. A ressecção endoscópica é realizada nos casos iniciais do cancro, ou seja, naqueles em que não houve o comprometimento mais profundo da parede do intestino. Nos casos cirúrgicos, o segmento intestinal comprometido é ressecado, e o trânsito intestinal reconstruído, sempre que possível. Além disso, pode haver a necessidade de tratamento complementar com quimioterapia e radioterapia, que são indicados antes ou após a cirurgia, e nos casos mais avançados, para que se evitem ou se tratem as lesões metastáticas. 
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