Blackout (álbum de Britney Spears)

http://pt.dbpedia.org/resource/Blackout_(álbum_de_Britney_Spears) an entity of type: Thing

Blackout é o quinto álbum de estúdio da artista musical estadunidense Britney Spears. O seu lançamento ocorreu em 26 de outubro de 2007, através da Jive Records. O disco representa um afastamento musical dos trabalhos anteriores de Spears, apresentando um tom de pressentimento e atmosférico em termos de direção musical e lírica. Apresentando como gêneros musicais predominantes electropop, dance-pop e R&B, o trabalho possui influências do euro disco, dubstep e funk. Liricamente, as faixas refletem-se à fama, ao escrutínio da mídia, ao sexo e à dança. As gravações do projeto ocorreram entre 2006 e 2007 em estúdios nos Estados Unidos com a produção executiva da própria cantora, sendo que a sua produção musical ficou a cargo de Jim Beanz, Bloodshy & Avant, The Clutch, Danja, Kara DioGuardi, Co
Blackout (álbum de Britney Spears) 
left 
right 
Britney Spears - Freakshow.ogg 
Britney Spears - Break the Ice.ogg 
LightCylan 
Produtor 
sim 
<second> 208.0  285.0  293.0  183.0  196.0  224.0  228.0  229.0  190.0  202.0  212.0  251.0  197.0  241.0  298.0  175.0  366.0 
Nate Hills, James Washington, Keri Hilson, Marcella Araica 
Spears,DioGuardi, "Fredwreck" Farid Nasser, Eric Coomes 
Jonathan Rotem, Evan Kidd Bogart, Annie Lennox, Dave Stewart 
Christian Karlsson, Pontus Winnberg, Klas Åhlund 
Corte "The Author" Ellis, Hills, Araica 
Ellis, Hills, Araica 
Faheem Najm, Hills, Araica 
Hills, Washington, Hilson, Araica 
Michael McGroarty, Nick Huntington, Nicole Morier 
Rotem, Bogart, Lennox, Stewart 
Britney Spears, Karlsson, Winnberg, Jonback, Lewis, Smith 
Karlsson, Winnberg, Magnus Wallbert, Sean "The Pen" Garrett 
Karlsson, Winnberg, Henrik Jonback, Balewa Muhammad, Candice Nelson, Ezekiel Lewis, Patrick Smith 
Danja 
Danja, Jim Beanz, Hilson 
Bloodshy & Avant, The Clutch 
J. R. Rotem 
Bloodshy & Avant, Garrett 
Danja, Beanz 
Danja, Beanz, Junkie XL 
Danja, Beanz, Paul Oakenfold, Ian Green 
Danja, Ellis 
Fredwreck, DioGuardi 
Freescha, Kara DioGuardi 
Electropop, dance-pop, R&B 
Blackout - Album.PNG 
Blackout 
vídeo musical 
Junkie XL Dub 
Oakenfold Remix 
direita 
Britney Spears , Jim Beanz, Bloodshy & Avant, The Clutch, Danja, Kara DioGuardi, Corte "The Author" Ellis, Freescha, Sean "The Pen" Garrett, Keri Hilson, "Fredwreck" Farid Nasser, The Neptunes, J. R. Rotem 
É definitivamente a Britney, mas em seu próximo nível. Com canções como 'Toxic', ela era muito inovadora, e estamos tentando superar isso. Levá-la para a próxima coisa. O álbum não irá sair por enquanto, uma vez que está em seu início. Quando chegar a hora de promover o álbum, ela estará em um espaço livre diferente, onde vai ser a coisa principal. Mas agora, ela está feliz fazendo malabarismos entre a música e a maternidade. 
Britney usa Auto-Tune do mesmo jeito que Bob Dylan usava sua gaita — para pontuação, para atmosfera, para um efeito sonoro alienante [e] estranho. É uma explosão de distorção vocal, áspera na superfície, porém expressiva, capaz de soar descontroladamente divertida, abrasivamente pisada ou sedutora. Em 'Telephone', assim como em 'Piece of Me', o Auto-Tone faz para sua voz o que a gaita faz para Dylan em 'It Ain't Me, Babe' — uma maneira de dizer ao mundo para manter suas mãos longe de você. A questão não é saber se Britney está perfurando os botões de si mesma. É o romance em curso entre a voz e a máquina. Parte do que faz Britney a mais perfeita das estrelas pop perfeitas é o jeito com o qual ela expressa sua personalidade mais apaixonadamente quando ela está se transformando em uma máquina. Isso é o que faz seu som ser tão humano, afinal. 
Circus é um pouco mais leve que Blackout. Acho que muitas das canções que eu fiz naquela época, eu estava passando por uma fase muito obscura na minha vida, então muitas das músicas refletem isso. Mas eles [os discos] possuem estilos totalmente diferentes. Blackout é um pouco mais obscuro e ousado, e um pouco mais urbano. 
true 
—Rob Sheffield, da Rolling Stone analisando a demo de "Telephone" interpretada por Spears, canção posteriormente gravada por Lady Gaga. 
—Spears comparando seu disco seguinte Circus com Blackout. 
—J. R. Rotem falando sobre trabalhar com Spears. 
estúdio 
Faixas bônus da edição japonesa 
Faixa bônus da Target 
Faixas bônus da edição digital 
Everybody 
Gimme More 
Get Back 
"Break the Ice" 
Freakshow 
Outta This World 
"Freakshow" 
Get Naked 
Heaven on Earth 
Hot as Ice 
Ooh Ooh Baby 
Perfect Lover 
Toy Soldier 
Why Should I Be Sad 
<perCent> 28.0  25.0  30.0 
B in the Mix: The Remixes 
Rolling Stone 
USA Today 
Slant Magazine 
The Guardian 
Folha de S. Paulo 
<second> 3581.0  3693.0  2617.0  2901.0 
xsd:integer 2006 
sim 
Blackout é o quinto álbum de estúdio da artista musical estadunidense Britney Spears. O seu lançamento ocorreu em 26 de outubro de 2007, através da Jive Records. O disco representa um afastamento musical dos trabalhos anteriores de Spears, apresentando um tom de pressentimento e atmosférico em termos de direção musical e lírica. Apresentando como gêneros musicais predominantes electropop, dance-pop e R&B, o trabalho possui influências do euro disco, dubstep e funk. Liricamente, as faixas refletem-se à fama, ao escrutínio da mídia, ao sexo e à dança. As gravações do projeto ocorreram entre 2006 e 2007 em estúdios nos Estados Unidos com a produção executiva da própria cantora, sendo que a sua produção musical ficou a cargo de Jim Beanz, Bloodshy & Avant, The Clutch, Danja, Kara DioGuardi, Corte "The Author" Ellis, Freescha, Sean "The Pen" Garrett, Keri Hilson, "Fredwreck" Farid Nasser, The Neptunes e J. R. Rotem. Optando por restabelecer a sua carreira musical após o lançamento de seu quarto álbum de estúdio In the Zone (2003), Spears começou a compor canções para Blackout no mesmo ano e começou a planejar o projeto em 2006 com diversos produtores, que afirmaram estarem impressionados com seu profissionalismo. O trabalho continuou em 2007, ano no qual os problemas pessoais da artista foram muito divulgados — incluindo vários casos de comportamento errático e seu divórcio com o dançarino Kevin Federline — e ofuscaram seus esforços profissionais. A capa do álbum e as fotos de seu encarte correspondente foram fotografadas por Ellen von Unwerth. Duas destas fotografias, que apresentam Spears em posições sexualmente sugestivas em um confessionário ao lado de um padre, geraram grande controvérsia com a Liga Católica. O álbum foi originalmente planejado para ser lançado nos Estados Unidos em 13 de novembro de 2007. Entretanto, a divulgação ilegal de faixas do disco na Internet fez com que seu lançamento fosse adiantado em duas semanas. Blackout recebeu análises positivas ​​da mídia especializada, a qual o prezou como o álbum mais progressivo e consistente de Spears até então. Entretanto, alguns profissionais sugeriram que sua qualidade deveria ter sido atribuída aos produtores em vez de Spears, e criticaram seus vocais, descrevendo-os como "robóticos". Obteve um desempenho comercial favorável, atingindo a liderança das tabelas do Canadá, da Europa e da Irlanda, enquanto listou-se entre as dez primeiras posições na Austrália, na Áustria, na Bélgica, na Dinamarca e em outras doze regiões. Nos Estados Unidos, foi esperado que debutasse na liderança da Billboard 200, mas estreou na vice-liderança comercializando 290 mil cópias em sua primeira semana após uma mudança de regra de última hora, tornando-se o primeiro álbum de estúdio da cantora a não estrear na primeira posição nos Estados Unidos. O material recebeu certificação de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA), e foi o 32º mais vendido no mundo em 2007. Em âmbito global, vendeu mais de 3.1 milhões de exemplares. De Blackout surgiram três singles. O primeiro, "Gimme More", atingiu a terceira posição na estadunidense Billboard Hot 100, e foi bem sucedido comercialmente, culminando nas tabelas do Canadá e listando-se nas dez primeiras posições em diversos países. O segundo, "Piece of Me", liderou a tabela da Irlanda e atingiu a 18ª posição nos Estados Unidos. Seu vídeo musical correspondente foi indicado em três categorias nos MTV Video Music Awards de 2008 e venceu todas, incluindo a principal de Video of the Year. O terceiro, "Break the Ice", obteve um desempenho moderado comercialmente, e atingiu a liderança do periódico genérico Hot Dance Club Songs. Ao contrário de seus discos anteriores, Spears não divulgou Blackout fortemente; sua única aparição televisiva para promover o disco foi uma performance universalmente negativada de "Gimme More" durante os MTV Video Music Awards de 2007. 
Inglês 
xsd:nonNegativeInteger 410 
Blackout 
xsd:integer 1133550 
xsd:nonNegativeInteger 122488 
xsd:integer 44302772 

data from the linked data cloud